- O presidente de Taiwan, Lai Ching-te, cancelou a viagem prevista para Eswatini, no sul da África, citando ações coercitivas da China.
- Lai alegou que, antes da visita, vários países ao longo da rota do voo revogaram a autorização de sobrevoo sob pressão da China.
- Segundo o líder taiwanês, houve “ameaças e coerção” por parte da China para impedir os sobrevoos.
- O governo de Taiwan disse que continua buscando parcerias globais com países de mentalidade semelhante e contribuindo para a comunidade internacional.
- O secretário-geral do Gabinete Presidencial informou que Seychelles, Madagascar e Ilhas Maurício revogaram a autorização de sobrevoo do avião que levaria Lai a Eswatini.
O presidente de Taiwan, Lai Ching-te, cancelou uma viagem programada para Eswatini, no sul da África, alegando ações coercitivas da China. Segundo ele, diversos países ao longo da rota revogaram abruptamente autorizações de sobrevoo sob pressão chinesa.
Lai afirmou, em postagem, que a China utilizou ameaças para impedir que estados ao longo do trajeto liberassem seus espaços aéreos. Ele disse que, diante dessas pressões, a viagem não seria viável neste momento.
O secretário-geral do Gabinete Presidencial, Pan Meng-an, informou que Seychelles, Madagascar e Ilhas Maurício também retiraram a autorização de sobrevoo da aeronave presidencial, o que comprometeu a logística da visita.
Segundo a Casa Branca, o governo taiwanês mantém a intenção de ampliar laços com parceiros de mentalidade semelhante. Taiwan garante que continuará buscando relações globais estáveis e contribuições à comunidade internacional.
A viagem a Eswatini estava prevista para ocorrer neste período, com objetivo de fortalecer vínculos diplomáticos e cooperação regional, conforme o governo taiwanês. A mudança ocorre em meio a tensões entre Taiwan e a China continental.
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