- Quase 7.900 migrantes morreram ou desapareceram em rotas migratórias em 2025, segundo relatório da Organização Internacional para as Migrações (OIM) divulgado em 21 de abril.
- O Projeto Migrantes Desaparecidos da OIM aponta mais de 80.000 mortes ou desaparecimentos desde 2014.
- O relatório ressalta que os números representam apenas um mínimo do total real e reforçam a necessidade de ação urgente para evitar mortes.
- Em 2025, o número ficou abaixo do recorde de 9.200 mortes em 2024, queda atribuída a menor fluxo de pessoas em rotas irregulares e a restrições financeiras a atores humanitários.
- Desde o início de 2026, a OIM registra 1.723 mortos ou desaparecidos em rotas migratórias.
A Organização Internacional para as Migrações (OIM) divulgou relatório atribuindo quase 7.900 mortes ou desaparecimentos em rotas migratórias em 2025. O levantamento integra o Projeto Migrantes Desaparecidos da agência.
O total de fatalidades desde 2014 passa de 80 mil, segundo a OIM. O relatório ressalta que os números representam o que se conhece como mínimo, não o total real.
A organização aponta que a queda de mortes em 2025, comparada a 2024, está ligada a uma redução real de pessoas que tentam rotas migratórias irregulares, especialmente no continente americano. Também houve impacto de restrições financeiras a atores humanitários.
A OIM indica ainda que, apesar da diminuição anual, o patamar de mortes permanece elevado e requer resposta urgente para evitar mortes evitáveis. O relatório anual reforça a necessidade de ações coordenadas entre países.
Contexto recente mostra que a queda de 2025 não encerra o desafio. Em 2026, a OIM já registrou 1.723 mortes ou desaparecimentos nas rotas migratórias desde o início do ano.
A agência reforça que os números podem aumentar conforme novos registros sejam consolidados, sobretudo em corredores com alto fluxo migratório. A OIM segue monitorando situações de risco e documentando incidentes.
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