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Reino Unido afirma que Irã e China promovem ataques cibernéticos significativos

Irã e China respondem pela maioria dos ataques cibernéticos de relevância nacional no Reino Unido; quatro incidentes significativos por semana, diz o National Cyber Security Centre

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  • Hackers ligados a governos estrangeiros estão por trás da maioria dos ataques cibernéticos de relevância nacional no Reino Unido.
  • Richard Horne, diretor-executivo do National Cyber Security Centre (NCSC), deve dizer em discurso que o país enfrenta quatro ataques cibernéticos consequentes por semana.
  • Ele descreve essa situação como parte da “mais seismic mudança geopolítica na história recente”.
  • O comentário é baseado em um adiantamento de seus remarks, revisado pela Bloomberg News.

O Reino Unido afirma que hackers vinculados a governos estrangeiros estão por trás da maioria dos ataques cibernéticos de importância nacional que visam o país. A informação chega a público por meio de uma avaliação de segurança em preparação para um pronunciamento oficial.

Richard Horne, chefe executivo do NCSC, deve pronunciar-se na quarta-feira sobre o tema. Ele indica que o Reino Unido enfrenta quatro ataques significativos por semana e descreve o momento como marcado pela mais profunda mudança geopolítica da história moderna.

A divulgação, segundo trechos revisados pela Bloomberg News, baseia-se em dados do NCSC e de parceiros de segurança, que monitoram incidentes com impacto estratégico para serviços públicos e infraestrutura crítica. A previsão aponta um aumento na frequência e na sofisticação dos ataques.

Cenário de ameaças

Segundo o NCSC, países como Irã e China aparecem entre as principais origens de ataques de alto impacto. O órgão ressalta a necessidade de aperfeiçoar defesas técnicas, de resposta rápida e de cooperação internacional para reduzir vulnerabilidades.

Entre os setores mais visados estão governos, serviços de saúde, energia e finanças. Especialistas destacam a importância de manter atualizados sistemas, realizar testes de intrusão e reforçar a formação de equipes de resposta a crises.

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