- Itaipu investe R$ 65 milhões para instalar câmeras de longo alcance no Lago Itaipu, capazes de flagrar crimes até 12 quilômetros de distância.
- O projeto, dividido em duas fases, está em licitação e sem data de conclusão; prevê monitoramento ambiental e compartilhamento de imagens com órgãos de segurança pública.
- A usina, gerida por Brasil e Paraguai, atua em parceria com a Polícia Federal para monitorar a tríplice fronteira e operações do NEPOM.
- As câmeras serão ópticas de longo alcance, bi-espectrais e funcionarão dia e noite, com radares de superfície para identificar movimentos e embarcações suspeitas.
- O agente-chefe do NEPOM, Augusto Rodrigues, afirma que a tecnologia reforçará a repressão a crimes transnacionais no lago.
A Itaipu Binacional anunciou a implantação de um sistema de câmeras com alcance de até 12 km, visando flagrar crimes na região do Lago de Itaipu. O projeto conta com um investimento estimado de 65 milhões de reais e será realizado pela própria usina em parceria com órgãos de segurança.
A iniciativa é dividida em duas fases e está em processo de licitação, sem data prevista de conclusão. A tecnologia será instalada no Lago, com monitoramento compartilhado com a Polícia Federal e o Núcleo Especial de Polícia Marítima (Nepom), dedicado a operações em Foz do Iguaçu.
O sistema inclui câmeras ópticas de longo alcance, de dia e à noite, além de radares de superfície para detectar movimentos. O objetivo é aprimorar a repressão a crimes transnacionais na tríplice fronteira, onde Brasil, Paraguai e Argentina convergem.
Segundo o Nepom, o controle facilitará ações rápidas em resposta a movimentações suspeitas no lago. A ideia é criar um centro de comando que mobilize equipes localmente diante de indícios de ilícitos transnacionais. A Itaipu ressalta a proteção ambiental da faixa de proteção.
A região é alvo de interesse de criminosos para o transporte de atividades ilícitas, motivo pelo qual a parceria entre a usina e as forças de segurança tem ganhado ênfase. A tecnologia deve permitir identificação de embarcações suspeitas e melhorar a vigilância da fronteira fluvial.
Anergia da operação não apenas se concentra na captação de imagens; há expectativa de integração de dados para apoiar ações conjuntas. A Itaipu afirma que o sistema facilitará o compartilhamento de informações entre órgãos de segurança pública e a própria usina.
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