- Estimativas do CSIS e autoridades dos EUA indicam queda significativa nos estoques de armamentos essenciais, como mísseis avançados, de ambos os lados após semanas de conflito.
- Os EUA afirmam ter reduzido em noventa por cento a capacidade de mísseis balísticos e drones do Irã; Israel diz ter atingido mais de setenta por cento dos lançadores iranianos.
- Autoridades ouvidas pela CBS News dizem que o Irã ainda mantém metade do arsenal de mísseis balísticos e sistemas de lançamento, com parte das armas possivelmente escondida em cavernas ou bunkers.
- O Irã exibiu mísseis balísticos em Teerã, incluindo o Khorramshahr-4, em desfile; o alcance desses sistemas é estimado em cerca de dois mil quilômetros.
- Dados indicam queda no número de lançamentos de mísseis e drones iranianos; os EUA chegaram a sobrevoar o Irã com bombardeiros B-52 no fim de março, e o chefe da Agência de Inteligência de Defesa dos EUA aponta que o Irã ainda pode causar danos, mas permanece com forças menos capazes frente a adversários tecnologicamente superiores.
A guerra entre Estados Unidos e Irã provocou redução significativa nos estoques de armamentos considerados cruciais, como mísseis avançados. O levantamento do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS), com informações de autoridades norte-americanas, aponta quedas relevantes em ambos os lados.
Autoridades ouvidas pela imprensa indicam que o Irã ainda mantém parte do arsenal, mesmo após baixas observadas em ações recentes de combate. Diversos elementos de defesa aérea e mísseis continuam sob controle institucional, com sinais de recuperação lenta.
Relatórios oficiais apontaram redução de capacidade de mísseis balísticos e drones no Irã, conforme avaliação de fontes do governo dos EUA citadas pela CBS News. Ainda assim, parte do arsenal persiste, com frentes de estoque potencialmente ocultas em cavernas ou bunkers.
Na prática, o Irã realizou desfiles militares em Teerã, exibindo mísseis balísticos como o Khorramshahr-4, alcançando cerca de 2.000 quilômetros. As demonstrações ocorreram em meio a tensões crescentes com EUA e aliados regionais.
Análises de NBC News indicam queda expressiva no ritmo de lançamentos de mísseis e drones iranianos em relação aos dias iniciais do conflito. Em março, lançamentos próximos de oponentes indicaram ainda vulnerabilidade das defesas iranianas.
Quanto aos EUA, bombardeiros B-52 realizaram sobrevoos sobre o Irã no fim de março, sinalizando limitações na defesa aérea do país diante da continuidade do confronto. Dados de inteligência apontam o Irã ainda capaz de causar danos relevantes na região.
O tenente-general James Adams, chefe da Agência de Inteligência de Defesa dos EUA, informou a um comitê da Câmara que o Irã mantém milhares de mísseis e drones de uso único, capazes de ameaçar forças americanas e parceiras na região, apesar das perdas por desgaste e combate.
Entretanto, o próprio relatório ressalta que as forças terrestres e aéreas iranianas utilizam equipamentos ultrapassados e treinamento reduzido. Tais fatores, somados aos danos provocados por ataques externos, limitam o potencial de derrotar adversários tecnologicamente superiores.
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