- O Comando Sul dos EUA anunciou a criação do Comando de Guerra Autônoma, baseado em inteligência artificial, para apoiar as prioridades da Estratégia de Segurança Nacional na América.
- O SAWC deverá usar plataformas autônomas, semiautônomas e não tripuladas para desarticular redes narcoterroristas e ampliar a capacidade de resposta a crises regionais.
- Os objetivos incluem desarticular redes de narcoterrorismo e cartéis, além de reagir a desastres naturais de grande escala, com maior cooperação de aliados.
- O anúncio foi feito pelo general Francis L. Donovan, comandante do Southcom, que reforçou a parceria com parceiros regionais.
- O governo americano criou o Grupo de Guerra Autônoma de Defesa (DAWG) para integrar IA nas operações; em março, Donovan disse que o objetivo é aumentar letalidade, conhecimento de domínios e compartilhamento de dados com parceiros.
O Comando Sul dos EUA (Southcom) anunciou a criação de um Comando de Guerra Autônoma (SAWC) baseado em inteligência artificial. A iniciativa visa apoiar ações para desarticular redes narcoterroristas e cumprir outras metas na América Latina.
O anúncio foi feito pelo seu comandante, o general Francis L. Donovan, do Corpo de Fuzileiros Navais. A decisão integra as prioridades da Estratégia de Segurança Nacional do governo americano. O SAWC deverá ligar operações táticas aos efeitos estratégicos de longo prazo.
Segundo o Southcom, o sistema de IA não teve detalhes operacionais divulgados, mas deverá envolver plataformas autônomas, semiautônomas e não tripuladas para responder a ameaças. A comunicação aponta vinculação entre missões pontuais e objetivos estratégicos.
O foco central será desarticular redes narcoterroristas e cartéis na região, com a missão de apoiar crises ligadas a desastres naturais de grande escala. O comando também busca ampliar cooperação com aliados regionais para alcançar objetivos comuns.
Em paralelo, o governo americano criou a iniciativa Grupo de Guerra Autônoma de Defesa (DAWG) para integrar IA e sistemas autônomos às operações. O Southcom já havia indicado que o objetivo é aumentar a letalidade e o intercâmbio de dados com parceiros.
No mês de março, o comandante do Southcom afirmou ao Congresso que o projeto pretende desenvolver forças modernas com boa relação custo-benefício. A meta é ampliar capacidades em todos os domínios de atuação e fortalecer parcerias.
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