- O senador Lindsey Graham, aliado de Donald Trump, afirmou em X que países que ajudam o Irã podem ser atingidos pelo bloqueio naval dos EUA.
- Graham disse ter conversado com o presidente e com o secretário de Guerra sobre próximos passos na guerra com o Irã e elogiou a decisão de manter o bloqueio marítimo.
- Trump estendeu, sem prazo, o cessar-fogo com o Irã, mas manteve ativo o bloqueio contra o país.
- A Casa Branca afirma que o bloqueio causa forte impacto econômico ao Irã, com perdas estimadas em US$ 500 milhões por dia, e que a ilha de Kharg está congestionada.
- O bloqueio, iniciado em 13 de abril, se aplica a embarcações de qualquer nacionalidade que se dirijam a portos iranianos ou saiam deles, com foco em petróleo, armas ou material nuclear.
O senador republicano Lindsey Graham reiterou, em publicação na rede X, que países que contribuírem com o Irã podem ficar sujeitos ao bloqueio naval imposto pelos Estados Unidos. A afirmação reforça a posição de Washington contra o regime islâmico.
Graham informou ter conversado pela manhã com o presidente Donald Trump e com o secretário de Guerra, Pete Hegseth, sobre os próximos passos no conflito envolvendo o Irã. O senador elogiou a decisão de manter o bloqueio marítimo em vigor.
Segundo Graham, a medida busca reduzir a capacidade financeira do Irã de financiar grupos considerados terroristas. O porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, mencionou impactos econômicos significativos e o endurecimento da pressão sobre a economia iraniana, com perdas diárias estimadas em cerca de US$ 500 milhões.
A autoridade confirmou ainda que a ilha de Kharg, principal terminal de exportação de petróleo do Irã, estaria congestionada e sem capacidade de escoamento. O bloqueio foi iniciado em 13 de abril, depois do fracasso das negociações no Paquistão.
Conforme o Centcom, a operação abrange embarcações de qualquer nacionalidade que avancem para portos iranianos ou saiam deles, bem como navios suspeitos de transportar petróleo, armas ou material nuclear ligado ao regime de Teerã.
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