- O Departamento de Assuntos Consulares dos Estados Unidos orienta cidadãos norte-americanos no Irã a deixarem o país imediatamente, citando a possível saída por via aérea após a abertura parcial do espaço aéreo.
- A saída pode ocorrer por terra em direção à Armênia, Azerbaijão, Turquia e Turcomenistão; Afeganistão, Iraque e a fronteira Irã-Paquistão devem ser evitados.
- Há risco de interrogatórios, prisões e cobrança de uma “taxa de saída”; duplos nacionais EUA-Irã devem deixar o Irã com passaportes iranianos.
- Se não for possível sair, recomenda-se permanecer em casa, hotéis ou estruturas protegidas, evitar janelas e buscar suporte na Embaixada dos Estados Unidos em Berna, Suíça, por a falta de relações diplomáticas com Teerã.
- O alerta também vale para o Líbano, com orientação de deixar o país e acompanhar as notícias, evitar áreas de conflito e aglomerações.
O Departamento de Assuntos Consulares dos EUA pediu aos cidadãos americanos no Irã que deixem o país imediatamente. A orientação foi divulgada pelo TravelGov na quarta-feira (21/4) e fundamenta-se na abertura parcial do espaço aéreo do Irã.
A saída pode ocorrer por via terrestre até Armênia, Azerbaijão, Turquia e Turcomenistão. Não devem ser utilizadas rotas pelo Afeganistão, Iraque e fronteira Irã-Paquistão. Recomenda-se monitorar a mídia local e consultar transportadoras comerciais.
O governo alerta para riscos de interrogatórios, prisões e detenção. Duplos nacionais EUA-Iran devem sair com passaportes iranianos, conforme orientação oficial.
Caso não seja possível deixar o Irã, recomenda-se permanecer em casa, hotéis ou estruturas protegidas, evitando janelas e áreas de alto risco.
Quem precisar de suporte deve contatar a Embaixada dos EUA em Berna, Suíça, visto que não há relações diplomáticas com Teerã.
A mensagem também se aplica a americanos no Líbano, com instrução para deixarem o país enquanto voos comerciais seguem operando. O ambiente é descrito como complexo e sujeito a mudanças rápidas.
O alerta ocorre após Trump prorrogar o cessar-fogo, mantendo forças americanas no Estreito de Ormuz, conforme anunciados pelos EUA.
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