- Um comandante iraniano disse que, se países vizinhos permitirem que inimigos usem seus territórios para atacar o Irã, eles “devem dar adeus à produção de petróleo” na região.
- A declaração cita a possível ampliação de alvos para além de instalações militares, incluindo campos de petróleo e refinarias no Oriente Médio, em países como Emirados Árabes, Arábia Saudita, Kuwait, Catar e Bahrein.
- Muitos desses Estados são aliados dos Estados Unidos, em meio a tensões entre o Irã e EUA e Israel.
- O conflito envolve retaliações mútuas: ataques iranianos a alvos na região e acusações de destruição de navios, sistemas de defesa e aviões por parte dos EUA.
- Mojtaba Khamenei foi eleito líder supremo do Irã; Trump reagiu chamando a escolha de “grande erro” e afirmou que ele seria inaceitável para a liderança iraniana.
Um comandante militar iraniano advertiu vizinhos do sul que, se terras ou instalações forem usadas por inimigos para atacar o Irã, eles poderão perder a produção de petróleo na região do Oriente Médio. A declaração foi divulgada pela mídia estatal.
Segundo a Fars News, o alerta ocorre em meio a relatos de que alguns países do Golfo permitiram o uso de seus territórios por adversários do Irã. O oficial não especificou quais nações estariam na mira.
O comandante afirmou que a lista de alvos do Irã se expandiu para incluir campos de petróleo e refinarias no Oriente Médio, citando Emirados Árabes, Arábia Saudita, Kuwait, Catar e Bahrein. A agência Fars difundiu as informações.
Contexto regional e implicações
Diversas nações do Golfo são aliadas dos Estados Unidos, com bases americanas na região. O conflito entre EUA e Israel em relação ao Irã é citado como pano de fundo para as tensões, com ataques e retaliações na área.
As hostilidades resultaram em mortes de civis e de soldados em diferentes frentes. A contenda também gerou ações militares no Líbano, com o Hezbollah atacando Israel e Israel realizando operações aéreas.
A guerra afetou várias capitais e zonas estratégicas, elevando incertezas sobre o controle de recursos energéticos na região. Autoridades iranianas indicam que seus alvos seriam estritamente interesses dos EUA e de Israel.
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