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Israel substitui estátua de Cristo destruída no Líbano

Forças de Defesa de Israel substituem estátua destruída no sul do Líbano, em Debel, com apoio da comunidade, após desculpas oficiais e críticas internacionais

Imagem de Jesus Cristo crucificado foi instalada pelas Forças de Defesa de Israel no Líbano; Exército pediu desculpas pela depredação da anterior
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  • As Forças de Defesa de Israel substituíram a estátua de Jesus Cristo destruída por um soldado israelense no sul do Líbano, erguendo a nova imagem na vila cristã de Debel com apoio da comunidade local.
  • O Comando do Norte coordenou a substituição desde o recebimento do relatório sobre o incidente, e o Exército expressou profundo arrependimento pelo ocorrido.
  • A imagem foi confirmada como real pelo Exército de Israel, que classificou o ato como extremamente grave e informou que adotará medidas apropriadas.
  • O episódio provocou críticas internacionais, incluindo publicações da embaixada iraniana na África do Sul.
  • O jornalista Glenn Greenwald também criticou a ação, fazendo comentários sobre o contexto do conflito com o Hezbollah e o Hamas.

As Forças de Defesa de Israel substituíram a estátua de Jesus Cristo destruída por um soldado israelense no sul do Líbano. A nova imagem foi erguida na vila cristã de Debel, com a participação da comunidade local. O anúncio foi feito nesta terça-feira, 21 de abril de 2026.

O Comando do Norte da IDF coordenou a substituição assim que recebeu o relatório sobre o incidente. Em nota pública, as Forças de Defesa manifestaram profundo arrependimento e prometeram medidas para evitar recorrências.

Mais tarde, o Exército de Israel confirmou que a nova imagem é real e classificou a depredação como extremamente grave, indicando que serão adotadas as medidas cabíveis.

Reação internacional

A ação recebeu críticas internacionais, com a embaixada do Irã na África do Sul repudiando o ocorrido. O caso também gerou críticas de setores da imprensa internacional.

Entre os comentários, um jornalista norte-americano criticou a atuação militar no Líbano, argumentando de forma irônica sobre o contexto, o que ampliou o debate sobre a condução do episódio.

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