- Israelense ataques em sul do Líbano feriram uma jornalista e deixaram outra presa sob entulho, com socorristas temporariamente impedidos por tiros e por uma granada sonora.
- As jornalistas Amal Khalil e Zeinab Faraj estavam cobrindo o conflito perto de al-Tayri quando um carro foi atingido e, em seguida, uma casa próxima também foi alvo.
- Faraj foi resgatada com ferimento na cabeça; equipes retornaram para ajudar Khalil cerca de quatro horas depois, mas a operação ficou prejudicada por fogo israelense.
- O Exército de Israel afirma ter identificado dois veículos que deixaram uma estrutura militar usada pelo Hezbollah e que cruzaram a linha de defesa avançada; disse não mirar jornalistas.
- Até o momento, mais de 2.400 pessoas foram mortas no Líbano desde o início da ofensiva contra o Hezbollah, segundo autoridades líbias; Israel busca manter uma faixa de território na fronteira para criar uma zona tampão.
Israel ataca sul do Líbano, ferindo um jornalista e prendendo outro sob escombros, enquanto equipes de resgate enfrentam fogo contínuo para chegar ao local. O ataque ocorreu perto da cidade de al-Tayri, na região já conturbada pelo conflito em curso.
Segundo o Ministério da Saúde do Líbano, Amal Khalil ficou presa por horas sob os escombros após o veículo à frente ser atingido. Zeinab Faraj foi resgatada com ferimento na cabeça. Resgatistas conseguiram retirar Faraj, enquanto Khalil permaneceu desaparecida no momento.
Resgate retorna ao local cerca de quatro horas depois, quando as equipes conseguiram alcançar Khalil. O estado de Khalil não era confirmado de imediato. Dois mortos teriam sido registrados na primeira ofensiva, conforme a mídia estatal do Líbano. A identidade das vítimas não foi confirmed pela Reuters.
Contexto da ofensiva e resposta
O Exército de Israel informou ter identificado dois veículos que deixaram uma estrutura militar usada pelo grupo Hezbollah e que cruzaram a linha de defesa avançada. A defesa afirma que as ações visaram veículos que representavam ameaça imediata. O EXÉRCITO de Israel afirma não mirar jornalistas habitualmente.
O bloqueio de acesso, segundo autoridades libanesas e defensores da imprensa, ocorreu quando uma granada sonora e fogo vivo foram lançados contra a ambulância. O conflito já provocou mais de 2400 mortes desde o início da ofensiva israelense para conter ataques de Hezbollah.
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