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Panteão da Pátria recebe exposição de imagens premiadas de guerra

Exposição no Panteão da Pátria mostra consequências da guerra para civis, ressaltando limites do Direito Internacional Humanitário

Crianças em meio a escombros causados por destruição em guerra - (crédito: Divulgação / Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV))
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  • O Panteão da Pátria recebe a exposição fotográfica Humanidade na guerra, entre 29 de abril e 7 de junho, na Praça dos Três Poderes.
  • A mostra reúne imagens sobre as consequências da guerra para populações civis, promovida pela Delegação Regional do Comitê Internacional da Cruz Vermelha para Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai.
  • Os trabalhos abordam temas como proteção de missões médicas, o papel das mulheres em conflitos e as mortes de familiares em zonas de combate.
  • As fotos mostram cenas de Gaza, Síria, República Democrática do Congo, Iêmen e Colômbia, destacando a violência e os deslocamentos forçados.
  • A curadoria enfatiza que o DIH impõe limites às guerras e que os registros convidam o público a construir sua leitura sobre o impacto humanitário dos conflitos.

O Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, em Brasília, receberá a exposição *Humanidade na guerra* entre 29 de abril e 7 de junho. A mostra reúne imagens que mostram as consequências da guerra sobre civis, promovida pela Delegação Regional do CICV para Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai.

A exposição apresenta contextos variados, desde a proteção de missões médicas até o papel das mulheres em zonas de conflito, passando pelas perdas familiares em áreas de combate. As obras destacam os escombros e os deslocamentos forçados que acompanham os conflitos.

As imagens retratam cenários em Gaza, Síria, República Democrática do Congo, Iêmen e Colômbia, buscando evidenciar o impacto humano das guerras. A curadoria destaca a ideia de que até em conflitos existem limites legais a partir do Direito Internacional Humanitário.

Contexto e proposta

Segundo o CICV, a mostra não propõe uma cronologia fixa, mas convida o visitante a confrontar fragmentos de uma realidade global onde violência e resiliência coexistem. Ao observar registros de 2011 a 2025, a audiência é estimulada a construir sua própria compreensão sobre o tema.

Nicolas Olivier, chefe da Delegação Regional do CICV para os países citados, ressalta que a mostra provoca reflexão sobre o impacto humanitário dos conflitos armados. A proposta é ampliar a compreensão pública sobre as normas do DIH.

Os trabalhos também são apresentados como um tributo aos fotojornalistas premiados que registraram as crises. O CICV enfatiza que as imagens conectam o sofrimento distante à responsabilidade compartilhada e à necessidade de cumprir as normas humanitárias aplicáveis aos conflitos.

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