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PF retira credenciais de policial dos EUA em retaliação à expulsão de delegado

PF retira credenciais de servidor dos EUA em retaliação à expulsão de delegado da PF, seguindo o princípio da reciprocidade

O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, retirou as credenciais de servidor dos EUA
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  • A Polícia Federal retirou as credenciais de um servidor dos Estados Unidos como retaliação à expulsão do delegado da PF, Marcelo Ivo, dos EUA.
  • O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, afirmou que a decisão segue o princípio da reciprocidade.
  • Os Estados Unidos expulsaram o delegado Marcelo Ivo da PF, o que motivou a ação brasileira.
  • O Itamaraty está tratando do tema e buscando formalizar a contraparte para que as ações ocorram.
  • Rodrigues disse que não haverá expulsões de brasileiros e que a decisão foi anunciada durante viagem ao exterior.

O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, informou nesta segunda-feira, 22, que retirou as credenciais de um servidor dos Estados Unidos, o que impede o acesso dele à Polícia Federal. A medida foi tomada com base no princípio da reciprocidade.

Segundo a PF, a ação faz referência à expulsão, pelos Estados Unidos, do delegado da própria PF, Marcelo Ivo, do território americano. A raiz do movimento é a resposta institucional ao ocorrido no exterior.

Andrei Rodrigues explicou, em entrevista à Globonews, que não haverá expulsões de brasileiros no Brasil. O Itamaraty trabalha a questão no campo da reciprocidade diplomática, com reuniões e contatos, e há necessidade de formalização da contraparte para que as medidas avancem. A PF não detalhou a identidade do servidor americano atingido.

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Diretor da PF, Andrei Rodrigues afirmou ter tomado a decisão pelo “princípio da reciprocidade” após os Estados Unidos expulsarem o delegado da PF, Marcelo Ivo do país
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  • A Polícia Federal retirou as credenciais de acesso de um servidor do Departamento de Imigração dos Estados Unidos em Brasília, ficando o policial americano sem acesso à PF.
  • A decisão foi tomada pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, pelo “princípio da reciprocidade” após os EUA terem negado credenciais de serviço ao delegado da PF, Marcelo Ivo.
  • A PF afirmou que Marcelo Ivo não foi expulso dos EUA, apenas teve as credenciais negadas; os EUA alegaram que o servidor brasileiro tentou manipular o sistema de imigração.
  • Andrei Rodrigues disse que não expulsará ninguém no Brasil e que o Itamaraty, em conjunto com a política de reciprocidade, precisa de formalização da contraparte para que haja efetividade.
  • O episódio ocorreu uma semana após a prisão do ex-deputado federal Alexandre Ramagem, condenado pelo STF por tentativa de golpe de Estado; Ramagem foi detido pela ICE e, posteriormente, liberado, tendo fugido para os EUA em setembro do ano anterior.

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou ter retirado as credenciais de um servidor do Departamento de Imigração dos Estados Unidos que atuava em Brasília. A medida foi tomada como resposta de reciprocidade após os EUA terem negado credenciais de serviço ao delegado Marcelo Ivo, da PF.

Rodrigues explicou, em entrevista à Globonews, que não houve expulsão de nenhum brasileiro dos EUA, e sim a negação de acesso do servidor americano. O Itamaraty participa das tratativas diplomáticas e busca formalizar a contraparte para que novas ações ocorram.

Em nota do Departamento de Estado, os EUA alegam que o servidor brasileiro teria tentado manipular o sistema de imigração, contornando pedidos formais de extradição e estendendo perseguições políticas ao território americano. A PF confirmou a negativa de credenciais, em vez de expulsão.

O episódio ocorre uma semana após a prisão do ex-deputado federal Alexandre Ramagem, condenado pelo STF por tentativa de golpe de Estado. Ramagem foi detido pelo ICE em 13 de abril, ficou preso por dois dias e, depois, fugiu para os EUA em setembro do ano passado. A PF frisa que a prisão de Ramagem foi resultado de cooperação policial internacional.

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