- no reino unido, pessoas nascidas a partir de 1º de janeiro de 2009 ficam proibidas de comprar cigarros para sempre.
- a lei, aprovada pela maioria parlamentar, deve receber sanção real na próxima semana, criando a primeira geração livre do fumo.
- o governo afirma que a medida reduzirá o tabagismo e a pressão sobre o serviço nacional de saúde, enquanto médicos veem potencial de mudança cultural a longo prazo.
- a legislação prevê aumento gradual da idade legal para compra de tabaco a cada ano e proíbe venda de cigarros eletrônicos e produtos com nicotina a menores de dezoito anos.
- no brasil, especialistas discutem a viabilidade da medida, destacando desafios legais, comércio ilegal e a importância de educação em saúde para reduzir o tabagismo.
A medida no Reino Unido proíbe a compra de cigarros para pessoas nascidas a partir de 1º de janeiro de 2009. A legislação visa criar a primeira geração de fumantes livre do tabaco e reduzir o consumo de nicotina no país.
Parlamentares aprovaram a lei na tarde de quarta-feira (22), e o texto segue para sanção real na próxima semana. A expectativa é que entre em vigor de forma gradual, gerando mudanças de longo prazo no comércio de tabaco.
O governo sustenta que a norma pode diminuir o tabagismo entre jovens, reduzindo a pressão sobre o Serviço Nacional de Saúde (NHS). A iniciativa também aumenta a idade legal para aquisição de tabaco ao longo do tempo.
Efeitos esperados no NHS
Especialistas citados pela CNN Brasil apontam que menos fumantes podem reduzir infartos e doenças associadas, contribuindo para alívio de custos de saúde. A medida é vista como um passo cultural que pode tornar o tabagismo menos comum.
O projeto de lei também prevê o fim da venda de cigarros eletrônicos e de produtos com nicotina para menores de 18 anos. A ideia é reduzir a iniciação precoce ao vício em nicotina entre jovens.
Brasil: viabilidade e custos
Especialistas afirmam que a adoção de uma regra similar no Brasil enfrentaria obstáculos legais e de fiscalização. Mudanças legislativas profundas seriam necessárias para bloquear a venda por ano de nascimento, com atenção ao comércio ilegal.
Alguns profissionais enfatizam que ações paralelas, como campanhas educativas e ambientes livres de fumo, já mostraram avanços no Brasil. A combinação de educação e restrições pode acelerar a redução do tabagismo, segundo eles.
A prática internacional, segundo especialistas, sugere impactos positivos a longo prazo na saúde cardiovascular, desde que acompanhada de políticas de apoio à cessação do tabaco.
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