- Pesquisa Reuters/Ipsos com 4.557 adultos aponta 36% de aprovação a Trump, o nível mais baixo do atual mandato, sem mudança em relação ao mês anterior.
- Descontentamento acompanha a política externa: intervenção com Israel no Irã desde fevereiro impacta a economia, com 26% aprovando a gestão do custo de vida.
- Sobre o temperamento, apenas 26% dos americanos consideram Trump equilibrado; entre Republicanos, 53% veem equilíbrio, 46% discordam.
- Diplomaticamente, Trump criticou o Papa Francisco; 60% dos americanos aprovam o pontífice, enquanto a popularidade do presidente continua baixa.
- No plano internacional, apenas 16% apoiam a ideia de saída da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e o cessar-fogo com o Irã permanece frágil.
O apoio ao presidente Donald Trump caiu para 36%, o nível mais baixo deste mandato, segundo pesquisa Reuters/Ipsos com 4.557 adultos nos EUA. O levantamento aponta estagnação política em meio a tensões globais, inclusão de ações militares e impactos econômicos.
Desde fevereiro, o governo dos EUA, em parceria com Israel, realiza intervenção militar contra o Irã. Nesse período, os preços da gasolina subiram, pressionando o orçamento familiar. Apenas 36% aprovam a gestão do custo de vida, o menor índice já registrado.
O estudo também mostra insegurança sobre o temperamento do líder. Apenas 26% dos americanos consideram Trump equilibrado, frente a 53% dos republicanos que veem positivamente. Entre democratas e independentes, o ceticismo é maior.
Desempenho econômico e cena internacional
A pesquisa aponta que 25% acreditam que as ações militares tornam os EUA mais seguros, índice estável frente aos demais quesitos. O tom belicoso do governo teve resposta negativa na opinião pública externa, com críticas internacionais e reações religiosas.
Diplomacia sob pressão
A relação com a comunidade internacional ficou marcada por atritos diplomáticos, incluindo ataques verbais ao Papa Leão, criticando críticas à guerra no Irã. A percepção pública é de baixa adesão doméstica a medidas de isolamento ou ruptura com alianças estratégicas, como a OTAN, alvo de apenas 16% de apoio dos entrevistados.
Fonte: Reuters/Ipsos.
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