- Autoridades italianas rejeitaram a ideia de substituir o Irã pela Itália na Copa do Mundo de 2026, ligada a aliados de Donald Trump.
- O ministro do Esporte, Andrea Abodi, afirmou que a proposta é impossível e inadequada.
- O ministro da Economia, Giancarlo Giorgetti, classificou a sugestão como vergonhosa.
- No meio esportivo, o presidente do Comitê Olímpico Italiano, Luciano Buonfiglio, disse que é preciso merecer para ir à Copa.
- O Irã está confirmado na Copa; a FIFA mantém o país na competição e, se houver mudança, os Emirados Árabes Unidos apareceria como substituto mais provável.
Autoridades italianas reagiram com críticas severas à ideia associada a aliados de Donald Trump de substituir o Irã pela Itália na Copa do Mundo de 2026. A proposta foi qualificada como vergonhosa e inadequada pelas autoridades do governo.
O ministro do Esporte, Andrea Abodi, afirmou que a requalificação da Itália para a Copa é impossível e inadequada, segundo entrevista na Sky News. O ministro da Economia, Giancarlo Giorgetti, foi ainda mais duro, chamando a ideia de vergonhosa.
No meio esportivo, a reação foi rápida. O presidente do Comitê Olímpico Italiano, Luciano Buonfiglio, disse que não há espaço para interferência e que a Itália precisa merecer a vaga em campo.
Contexto do debate e desdobramentos
A discussão envolve a possibilidade de transferir a vaga a depender de pressões políticas, em meio a tensões com o Irã, que disputa partidas na fase de grupos em Los Angeles e Seattle. A ideia de substituição é vista como improvável.
O Irã é alvo de especulações sobre mudanças logísticas, como a transferência de jogos para o México, mas não houve confirmação de desistência do torneio pelo país. O presidente da Fifa, Gianni Infantino, já sinalizou que o Irã participará da Copa.
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