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Banqueiro central afirma que regime de Orban o forçou a deixar a Erste

Andras Simor, ex‑governador do banco central húngaro, deixa o conselho de fiscalização do Erste após suposta chantagem da reguladora de Budapeste.

Viktor Orban
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  • Andras Simor, ex-governador do banco central da Hungria e crítico de Viktor Orban, pediu demissão do conselho de fiscalização do Erste Group Bank AG.
  • A saída ocorreu por pressões apontadas como “chantagem” pela reguladora financeira de Budapeste.
  • Simor deixou o cargo em menos de um ano após ter tido seu mandato estendido para um segundo mandato de três anos em 2023.
  • O Erste Group é sediado em Viena, com a posição de Simor no conselho de fiscalização exercida na instituição.

Andras Simor, ex-governador do banco central da Hungria, deixou a função no conselho de supervisão do Erste Group Bank AG. Ele afirmou ter saído por pressão de regulações no setor financeiro.

O ex-gestor húngaro, crítico de Viktor Orban, viu seu mandato renovado por mais três anos em 2023, mas saiu menos de um ano depois. O Erste é sediado em Viena, com atuação regional.

Simor disse, em entrevista à emissora ATV, que sofreu “chantagem” de uma autoridade reguladora em Budapeste, o que teria motivado a saída do cargo de supervisão no banco austríaco.

A declaração de Simor aponta para tensões entre reguladores húngaros e instituições financeiras, sem detalhar evidências adicionais. A empresa afirmou apenas que mantém procedimentos internos padrão.

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