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Brasil abre mercados para Cuba, Coreia do Sul e Filipinas

Brasil amplia mercados agro para Cuba, Coreia do Sul e Filipinas, chegando a seiscentos acordos desde dois mil e vinte e três, com meta de setecentos até o fim do ano, incluindo carnes e castanhas

Mapa abre mercado para castanhas brasileiras na Coreia do Sul
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  • O Ministério da Agricultura anunciou a abertura de novos mercados para o agronegócio brasileiro em Cuba, Filipinas e Coreia do Sul, nesta quinta-feira, 22.
  • Com isso, o Brasil chega a 600 mercados abertos para o setor desde 2023 e a meta é atingir 700 até o fim do ano.
  • Filipinas: abertura para carne bovina resfriada, com ou sem osso; em 2025, os embarques para o país somaram US$ 1,8 bilhão.
  • Cuba: mercado habilitado para embarques de carne bovina e suína com osso, dentro de acordo de pre-listing entre os dois países.
  • Coreia do Sul: abertura para castanha-do-brasil, castanha de baru e castanha de caju (com ou sem casca); em 2025, os embarques para o país totalizaram US$ 2,4 bilhões.

O Brasil informou nesta quinta-feira a abertura de novos mercados para o agronegócio em Cuba, Filipinas e Coreia do Sul. A medida eleva o total de acordos firmados desde 2023 para 600, e a meta do Ministério da Agricultura e Pecuária é alcançar 700 mercados até o fim do ano. A notícia foi divulgada pelo Mapa.

Em Filipinas, o mercado aberto é para carne bovina resfriada com ou sem osso. O país figura entre os maiores compradores de produtos brasileiros, com embarques que somaram cerca de US$ 1,8 bilhão em 2025.

Em Cuba, passam a valer embarques de carne bovina e suína com osso, conforme acordo de pré-listagem firmado entre as partes. A medida busca ampliar a participação da proteína brasileira no mercado cubano.

Aberturas por país

A Coreia do Sul recebe novos acordos voltados à castanha-do-brasil (com ou sem casca), castanha de baru e castanha de caju. Em 2025, os embarques para a Coreia do Sul totalizaram aproximadamente US$ 2,4 bilhões.

Dados e perspectivas

O Mapa destacou que as novas pactuações permitem ampliar a cadeia de proteína animal e aproveitar a diversidade de produtos. A gestão ressalta o potencial para fortalecer exportações de cortes refrigerados e castanhas.

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