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Duas locomotivas colidem frontalmente na Dinamarca, com quatro feridos graves

Colisão frontal entre dois trens perto de Copenhague deixa quatro feridos gravemente e onze encaminhados a hospital, com investigação sobre falha de sinalização

The trains collided head-on between the towns of Hillerød and Kagerup about 40km (25 miles) north-west of the capital
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  • Dois trens colidiram de frente em uma passagem de nível no noroeste de Copenhague, na linha que liga Hillerød e Kagerup.
  • Quatro pessoas ficaram em estado crítico; 11 outros foram encaminhados ao hospital, em sua maioria por via aérea ou ambulância.
  • O acidente ocorreu por volta das 06h30, segundo os bombeiros de Frederiksborg; as causas ainda não foram confirmadas.
  • Imagens da emissora pública DR mostram dois trens amarelo e cinza com danos frontais, parados em área arborizada; a linha pode não ter sistema de segurança automatizado.
  • A prefeitura de Gribskov destacou que o trecho é utilizado por moradores, trabalhadores e estudantes, e disse que é chocante que dois trens tenham colidido; as investigações seguem.

Two locomotivas colidiram frontalmente em uma passagem de nível a noroeste de Copenhague, deixando quatro feridos gravemente e 11 outras pessoas necessitando atendimento hospitalar, segundo autoridades.

As duas linhas envolvidas conectam as cidades de Hillerød e Kagerup, na região de North Zealand, no nordeste da Dinamarca. Os veículos ficaram com danos contundentes na frente e foram encontrados voltados um para o outro, em uma área arborizada.

O incêndio de Frederiksborg informou ter sido chamado para o acidente por volta das 06h30, horário local. As vítimas graves foram transferidas para hospitais por via aérea ou ambulância, conforme boletim oficial.

Estado das vítimas e respostas locais

Trine Egetved, prefeita do município de Gribskov, afirmou estar abalada com o ocorrido. Ela destacou que a linha local atende muitos moradores, trabalhadores e estudantes da região e que o episódio exige apuração rigorosa.

Segundo a prefeitura, a linha Gribskov não possuía um sistema automatizado de segurança atualizado. Uma hipótese apresentada por especialistas comenta que um dos maquinistas pode ter ultrapassado um sinal de parada, levando ao choque frontal.

Investigação em curso

A investigação foca em apurar as causas do acidente e em confirmar se houve falha de sinalização ou de operação. Autoridades trabalham para determinar como o engavetamento ocorreu e quais medidas preventivas serão adotadas.

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