- O FBI levou a criança de 10 anos de Cuba de volta para a mãe biológica em Utah, após uma denúncia de sequestro envolvendo a família.
- Rose Inessa-Ethington (42) e Blue Inessa-Ethington (32) foram presas, acusadas de sequestrar a criança em um esquema com países diferentes e pagamento de US$ 10.000.
- Segundo os documentos, a meta era levar a criança para Cuba para supostamente realizar cirurgia de transição de gênero antes da puberdade.
- A menina ficava entre as casas das mães divorciadas; as suspeitas apontam que houve viagem planejada que começou com uma falsa viagem de acampamento para Calgary e seguiu para México e Cuba.
- O caso é visto como incomum pelo FBI e envolve alegações de manipulação familiar para influenciar a identidade de gênero da criança, com cooperação de autoridades cubanas na localização.
O FBI realizou uma operação incomum para recuperar uma criança americana de 10 anos que, segundo documentos judiciais, seguia para Cuba para uma possível cirurgia de transição de gênero. A ação envolveu um voo do Departamento de Justiça de Virginia a Cuba, com o objetivo de devolver a criança à mãe biológica identificada pela inicial LB.
Duas mulheres de Cache County, Utah, Rose e Blue Inessa-Ethington, foram presas sob acusação de sequestro. A dupla, acompanhada pela criança, teria envolvido um plano que incluía passagem por Canadá, México e Cuba, com pagamento de US$ 10.000. A operação contou com apoio de autoridades cubanas para localizar o grupo.
Segundo registros, LB estaria sob guarda compartilhada com Rose, antes da transição. O caso foi revelado pelo The New York Times com base em documentos federais. O FBI descreve um suposto plano para manter a criança fora dos EUA, mantendo-a sob custódia de Rose e Blue.
As autoridades afirmam que LB foi enganada com uma viagem de acampamento falsa ao Canadá, antes de seguir para o México e Cuba. A operação resultou na recuperação da criança, entregue à mãe biológica em Utah na terça-feira seguinte ao retorno do grupo aos EUA.
O episódio é visto como incomum pelo FBI, que normalmente não intervém em sequestros parentais no exterior. A transferência da criança ocorreu apesar de a extensão da cooperação com autoridades cubanas não ter ficado clara.
A investigação apontou ainda que as suspeitas envolviam manipulação para que a criança se identificasse como menina, conforme documentos apresentados em tribunal. Os advogados da mãe biológica contestam o retrato público do caso e destacam o contexto de disputa de guarda.
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