- A Canton Fair de primavera em Guangzhou segue até 5 de maio, integrando-se ao circuito de feiras de grande porte da China.
- Além da Canton Fair, ocorrem a CMEF (equipamentos médicos) e a CIFM/interzum Guangzhou (moveleira), ampliando a agenda de negócios no país.
- Empresas brasileiras participam, com a Afianci Global Networking acompanhando dez companhias por meio de uma estrutura permanente na China, o China Hub.
- O CEO da Afianci, Radamés Parmeggiani, está na China nesse período, reforçando a operação existente desde 2014 e a integração com a equipe local.
- A atuação da trading vai além da presença nos eventos: inclui visitas técnicas a fábricas, desenvolvimento de fornecedores e estruturação de operações de importação e exportação entre Brasil e mercados internacionais.
A Canton Fair, edição de primavera, segue em Guangzhou, China, até 5 de maio. O evento reúne setores estratégicos e favorece o intercâmbio entre fabricantes e compradores globais, fortalecendo o calendário de negócios internacional. Feiras paralelas completam o circuito de abril no país.
Abril marca a retomada de negócios na China após o Ano Novo Chinês. Além da Canton Fair, passam a integrar a agenda a CMEF, voltada para equipamentos hospitalares, e a CIFM/interzum Guangzhou, dedicada a móveis e insumos industriais. Empresas brasileiras participam com foco expansionista.
Afianci Global Networking atua como ponte entre Brasil e China. A empresa, com sede em Caxias do Sul, mantém operação permanente no país asiático via China Hub e acompanha 10 companhias brasileiras nas feiras. A equipe local é bilíngue, em português e mandarim.
A atuação da Afianci
O CEO Radamés Parmeggiani está na China durante o evento, integrando a equipe local. A participação reforça a estratégia de atuação contínua desde 2014, com visitas técnicas, avaliação de fornecedores e estruturação de operações de importação e exportação.
O que Está em jogo
A empresa atua como intermediária entre fabricantes brasileiros e fornecedores internacionais, gerenciando negociações, logística e aspectos fiscais. O modelo busca maior previsibilidade e segurança nas operações globais dos clientes.
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