- Makoto Kuroda, pesquisador japonês de 41 anos, foi acusado de tentar envenenar um colega em um laboratório ligado à Universidade de Wisconsin.
- Ele confessou às autoridades ter usado clorofórmio para contaminar a água da vítima, buscando vantagem profissional.
- A suspeita surgiu depois que a vítima percebeu gosto incomum na água e odor estranho em pertences; a garrafa analisada apresentou clorofórmio.
- A motivação seria uma disputa por reconhecimento e avanço na carreira, já que os dois trabalhavam juntos e houve desavenças após promoções.
- O suspeito declarou ter utilizado o ChatGPT para buscar informações sobre o plano; foi preso, liberado mediante fiança, e a Justiça determinou que mantenha distância da vítima.
Um pesquisador japonês foi acusado de tentar envenenar um colega em um laboratório ligado à Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos. Makoto Kuroda, 41 anos, confessou às autoridades ter utilizado o ChatGPT para buscar informações sobre como executar o plano. O alvo era contaminar a água com clorofórmio, visando afastar o colega do ambiente de pesquisa.
Segundo a investigação, a suspeita surgiu após a vítima perceber um gosto incomum ao beber água no trabalho. Dias depois, o funcionário relatou odor estranho em pertences pessoais, o que levou à confirmação de contaminação. A análise apontou a presença de clorofórmio na garrafa avaliada pela polícia.
A polícia local identificou que o laboratório apresentou irregularidades na rotina de segurança, o que facilitou a aproximação entre os dois pesquisadores. O suspeito admitiu ter manipulado a bebida do colega, alegando motivação por disputas por reconhecimento profissional.
Conforme depoimento, a motivação estaria relacionada a uma competição interna pela progressão na carreira, já que os dois haviam recebido promoções prévias. O investigado também registrou a confissão em mensagem dirigida a um professor, reforçando o histórico de desavenças entre eles.
Também chamou atenção a menção de que o acusado procurou informações por meio de ferramentas de inteligência artificial para planejar o crime. A abordagem será analisada pelas autoridades, sem alterar o núcleo das acusações.
O cientista foi preso e liberado após pagamento de fiança. A Justiça determinou que ele mantenha distância da vítima enquanto o caso avança. A coleta de evidências continua para esclarecer todos os detalhes e possíveis consequências legais.
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