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Irã ativa defesas aéreas; hostilidades aumentam dúvidas sobre acordo com EUA

Defesas aéreas do Irã são ativadas; aumento de hostilidades eleva incertezas sobre acordo com os EUA, com riscos para o estreito de Ormuz

Imagem ilustrativa de bandeiras dos EUA e do Irã 18/06/2025 REUTERS/Dado Ruvic
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  • Sistemas de defesa aérea foram ativados em partes de Teerã para neutralizar supostos alvos hostis, segundo a imprensa iraniana.
  • Investidores ficaram apreensivos com a possibilidade de ataques à infraestrutura energética da região, após declarações da região envolvendo Israel.
  • O ministro da Defesa de Israel afirmou que o país está pronto para fazer o Irã retornar à Idade das Trevas, com alvos já marcados.
  • No estreito de Ormuz, a navegação é considerada insegura por armadores, apesar de garantias norte-americanas.
  • O presidente dos EUA, Donald Trump, disse ter ordenado à Marinha que destrua embarcações que lancem minas no estreito; afirmou que um acordo com o Irã só ocorrerá se for apropriado para os EUA, e o presidente iraniano disse que o agressor se arrependerá. O secretário do Interior dos EUA negou escalada.

O Irã ativou defesas aéreas em partes de Teerã para neutralizar alvos hostis, segundo a imprensa local. As autoridades não detalharam quais alvos estariam sendo monitorados ou atacados.

O movimento ocorre em meio a sinais de pessimismo sobre um acordo entre EUA e Irã, com impactos negativos nos ativos de risco globais na sessão de negociação. A região tem sido palco de tensões recorrentes.

O presidente americano, Donald Trump, afirmou ter ordenado à marinha dos EUA que atire e destrua qualquer embarcação que lance minas no Estreito de Ormuz, e que navios mineiros norte-americanos trabalham para removê-las.

O presidente iraniano, por meio da rede X, afirmou que o agressor sofrerá consequências, sem especificar eventuais ações contra Israel ou outros países. A fala aumenta a tensão diplomática na região.

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, declarou que o país está pronto para retomar as hostilidades contra o Irã, afirmando que os alvos já estão marcados e que o país aguarda sinal verde dos EUA para agir.

No estreito de Ormuz, operadores de navegação relatam maior percepção de risco, com previsões de aumento da insegurança na passagem estratégica para o tráfego de petróleo, ainda que Washington negue escalada.

Fontes de mercado destacaram apreensão entre investidores do setor de energia sobre possíveis ataques à infraestrutura regional, após declarações que elevam o tom da retórica bélica entre as partes.

O secretário do Interior dos EUA, Doug Burgum, negou que as falas representem uma escalada do conflito, reafirmando a intenção de evitar confrontos diretos e manter canais diplomáticos abertos.

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