- Irã divulgou um suposto vídeo do ataque a um hospital em Teerã, alegando ter ocorrido em 1º de março, no início do conflito com Estados Unidos e Israel.
- O material foi publicado pelo presidente Masoud Pezeshkian, que ressalta que as imagens mostram apenas um vislumbre dos sacrifícios do país.
- Não é citado o nome da unidade de saúde, mas a peça menciona a enfermeira Neda Salimi, ligada ao Hospital Khatam al-Anbiya, que teria tentado salvar crianças.
- Pezeshkian também se refere à enfermeira como “filha” e agradece a ela e a todos que permaneceram ao lado do Irã.
- No dia 2 de março, Pezeshkian pediu que Estados Unidos e Israel sejam responsabilizados; EUA e Israel não confirmaram envolvimento no bombardeio.
O Irã divulgou um vídeo que, segundo o governo, registra ataques a um hospital em Teerã no dia 1º de março, início do conflito com Estados Unidos e Israel. A gravação foi apresentada pelo presidente Masoud Pezeshkian.
No material, Pezeshkian cita a enfermeira Neda Salimi, associada ao Hospital Khatam al-Anbiya, supostamente tentando salvar crianças durante o bombardeio. O presidente descreve as imagens como um vislumbre dos sacrifícios do país.
Pezeshkian também agradece aos que permaneceram ao lado do Irã, referindo-se à enfermeira como filha. Não houve confirmação oficial de autoria do ataque por EUA ou Israel.
No dia 2 de março, Pezeshkian pediu que Washington e Jerusalém fossem responsabilizados pelo ataque. Estados Unidos e Israel não confirmaram a responsabilidade pelo bombardeio ao hospital em Teerã.
A imprensa iraniana também sustenta que o hospital alvo fica em Teerã, mas não houve confirmação independente sobre o ocorrido ou sobre a autoria do ataque.
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