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Itália oferece navios caça-minas para ajudar a liberar o Estreito de Ormuz

Itália oferece até quatro embarcações, incluindo dois varredores de minas, para missão internacional visando liberar o Estreito de Ormuz

Navio caça-minas italiano Crotone; não ficou claro no comunicado se ele será usado na operação — Foto: Marinha da Itália
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  • A Itália está pronta para mobilizar até quatro embarcações, incluindo dois varredores de minas, para uma missão internacional no Estreito de Ormuz.
  • O objetivo é limpar o estreito, vital para o tráfego mundial de petróleo e gás natural liquefeito, cuja passagem é crucial para cerca de um quinto do comércio energético global.
  • Mais de uma dezena de países, incluindo a Itália, participaram de debates sobre uma missão para assegurar a passagem assim que as condições permitirem.
  • O plano prevê dois varredores de minas, um navio de escolta e um navio logístico, com outros países também contribuindo com capacidades de varredura.
  • Os navios italianos partirão de La Spezia e devem levar cerca de quatro semanas até a área; o governo buscará aprovação parlamentar antes de autorizar a participação.

A Itália está pronta para mobilizar até quatro embarcações, entre elas dois navios varredores de minas, para integrar uma missão internacional que visa liberar o Estreito de Ormuz. A informação foi divulgada pelo chefe do Estado-Maior da Marinha.

A iniciativa faz parte de esforços discutidos por líderes europeus reunidos em Paris na semana passada para proteger a navegação no estreito, fundamental para o fluxo de petróleo e gás natural no mundo.

O plano contempla um grupo com dois varredores de minas, um navio de escolta e um navio-logístico, segundo o oficial. Berutti Bergotto afirmou que outras nações também enviarão capacidades de varredura, como Reino Unido, França, Bélgica e Países Baixos.

Os navios italianos partiriam do porto de La Spezia e levariam cerca de quatro semanas para chegar à área de operações. Atualmente, a Itália opera oito varredores de minas.

Participação italiana

O ministro da Defesa, Guido Crosetto, disse que, antes de autorizar a participação, o governo buscará a aprovação do Parlamento. A coalizão internacional busca assegurar a passagem segura no estreito quando as condições permitirem.

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