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Leia o relatório preliminar sobre o acidente em LaGuardia

NTSB divulga relatório preliminar sobre colisão entre o jato regional da Jazz Aviation LP (Air Canada) e veículo ARFF em LaGuardia, com duas mortes e falha do ASDE-X em alertar para o conflito

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  • Em 22 de março de 2026, o avião Jazz Aviation LP/Air Canada 8646, um jato regional Mitsubishi CL-600, colidiu com o veículo de combate a incêndio Rescue 35 na aproximação para a pista 4 de LaGuardia, New York.
  • Dois membros da tripulação de cabine morreram, o capitão e o copiloto; além disso, houve seis feridos graves e 33 feridos leves entre passageiros e pessoal envolvido.
  • O voo partiu de Montréal, Canadá, com destino a LaGuardia, operando sob Regulamento de transportes aéreos estrangeiro (Part 129).
  • A investigação aponta que vários veículos de resposta a emergências estavam se movendo para atender a uma declaração de emergência antes do acidente; Truck 1 cruzou a pista enquanto o jato se aproximava.
  • Dados e equipamentos a bordo, incluindo gravadores de voo, foram recuperados para análise, e a combinação de Audiência ATC, sistemas de vigilância de pista e iluminação de alerta está sendo revisada pela NTSB.

O National Transportation Safety Board (NTSB) divulgou um relatório preliminar sobre o acidente envolvendo um jato regional da Air Canada Jazz e um veículo de combate a incêndio na pista do Aeroporto LaGuardia, em Nova York, em março. A colisão ocorreu durante a aproximação para a aterrissagem na pista 4, na noite de 22 de março de 2026.

A aeronave, um Mitsubishi RJ de fabricação japonesa, operada sob a designação Jazz Aviation LP (com o código Air Canada 8646) e registro C-GNJZ, foi gravemente danificada ao colidir com o veículo ARFF R35, Oshkosh Striker 1500. Os pilotos, capitão e copiloto, morreram na ocasião. Entre os passageiros e a tripulação de terra, houve ferimentos graves, moderados e leves, com dezenas de evacuações necessárias.

A operação ocorreu no contexto de várias viaturas de resposta que já se deslocavam para um chamado de emergência declarado às 23h31, próximo ao Terminal B. A aproximação de Jazz 646 para a pista 4 coincidiu com a movimentação de veículos da linha de resgate, gerando uma complexa sequência de manobras no saguão de taxiway e na interseção com a pista. A investigação busca esclarecer as circunstâncias que levaram à colisão, incluindo comunicação com o controle de tráfego, uso de sistemas de alerta no solo e fatores de visibilidade noturna.

O que aconteceu e quais as primeiras informações

A aeronave seguia para pouso quando houve o choque com o ARFF R35 na interseção entre a taxiway D e a pista 4. A gravação do cockpit e dos sistemas de dados foi recuperada para análise. O relatório preliminar aponta que, pouco antes do impacto, o jato estava em aproximação final, com velocidade e altitude variando conforme a dinâmica da aterrissagem, mas os dados completos ainda estão sendo processados.

Foram recolhidos os dados dos gravadores de voo, bem como componentes de sistemas da aeronave e do veículo de resgate. A equipe de peritos investiga a atuação de diversos grupos técnicos, incluindo operações de transporte aéreo, desempenho humano, sistemas da aeronave e operações no aeroporto, com participação de autoridades canadenses e locais. O objetivo é apresentar uma linha do tempo verificável e identificar medidas preventivas.

Participantes e condições da operação

O acidente envolveu a tripulação da aeronave, que era composta por capitão e copiloto com histórico de voo específico para a rota, além de dois comissários de bordo e 72 passageiros. Do lado do solo, a equipe de resposta de veículos de combate a incêndio incluía o motorista do ARFF e o operador de torre, entre outros membros. O aeroporto contava com tecnologia ASDE-X para monitorar movimentação na superfície e com o sistema de iluminação REL para interseções com pistas, que opera com alertas visuais quando uma aeronave se aproxima.

O tempo de ocorrência foi noturno, com chuva leve e pista possivelmente contaminada, reduzindo as condições de atrito. A visibilidade era de boa a moderada e o teto de nuvens permitia voos IFR. As informações meteorológicas são parte das variáveis a serem consideradas na conclusão do inquérito.

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