- Israel e Líbano estenderam o cessar-fogo por três semanas, anunciando o acordo em Washington.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que ajudará o Líbano a se proteger do Hezbollah e celebrou a reunião na Casa Branca.
- O cessar-fogo anterior, iniciado em 16 de abril, resultou em ataques de ambos os lados, com mortes no sul do Líbano, incluindo uma jornalista, e lançamentos de mísseis pelo Hezbollah nesta quinta-feira.
- O embaixador israelense nos EUA afirmou que Israel e Líbano nunca estiveram tão próximos; a embaixadora libanesa classificou o momento como histórico.
- O conflito já deixou mais de dois mil e quatrocentas vidas líbanesas; em 8 de abril, Israel bombardeou mais de cento e cinquenta localidades em dez minutos.
Israel e Líbano concordaram nesta quinta-feira (23/4) em estender o cessar-fogo por mais três semanas. O anúncio foi feito pelo presidente dos EUA, Donald Trump, após reunião entre representantes dos dois países em Washington.
A primeira interrupção das hostilidades, iniciada em 16 de abril com previsão de dez dias, foi marcada por ataques de Israel e ações do Hezbollah. No sul do Líbano, cinco pessoas foram mortas, entre elas uma jornalista, na quarta-feira (22). O Hezbollah também disparou mísseis na quinta.
Em Washington, o embaixador de Israel nos EUA, Yechiel Leiter, agradeceu a Trump e ao vice-presidente JD Vance, dizendo que Israel e Líbano nunca estiveram tão próximos. A embaixadora libanesa, Nada Hamadeh Moawad, classificou o momento como histórico.
Trump utilizou as redes sociais para celebrar a reunião, afirmando que os EUA vão ajudar a proteger o Líbano do Hezbollah e que planeja encontros com o primeiro-ministro israelense, Bibi Netanyahu, e com o presidente do Líbano, Joseph Aoun, em breve.
O conflito permanece ligado à ofensiva em curso, com o Hezbollah recebendo apoio do Irã. Desde o início da recente escalada, mais de 2.400 libaneses morreram; em 8 de abril, Israel bombardeou mais de 150 localidades em dez minutos.
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