- O vice-presidente Geraldo Alckmin disse que o Mercosul pode reavaliar a suspensão da Venezuela, discutindo o retorno diante de um momento diferente no cenário político venezuelano após a saída de Maduro.
- Maduro foi removido do poder em 3 de janeiro após intervenção dos Estados Unidos; o ex-presidente está preso no país e Delcy Rodríguez assumiu a presidência interina, restabelecendo relações com os EUA em março.
- A Venezuela está suspensa do Mercosul desde 2016 por descumprimento de normas do bloco; a reintegração depende de consenso entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai e de nova avaliação sobre o cumprimento de exigências.
- A discussão ocorre em meio a uma reconfiguração do bloco e à implementação provisória do acordo Mercosul–União Europeia, que entra em vigor para países que já ratificaram o tratado, como o Brasil, em 1º de maio.
- Além disso, o bloco avança na integração regional: a Bolívia está em processo de adesão plena, enquanto a Colômbia, hoje associada, já demonstrou interesse em tornar-se membro efetivo.
O Mercosul pode reavaliar a suspensão da Venezuela, segundo o vice-presidente Geraldo Alckmin. A discussão ocorreria diante de um momento diferente no cenário venezuelano, após a saída de Nicolás Maduro do poder.
Maduro foi retirado do cargo em 3 de janeiro, em meio a intervenção dos Estados Unidos. O ex-presidente permanece preso no país. Delcy Rodríguez assumiu a presidência interina e, em março, restabeleceu relações diplomáticas com os EUA.
Na semana passada, o FMI e o Banco Mundial anunciaram a retomada das relações com a Venezuela, reconhecendo Rodríguez como liderança legítima do país. A mudança reforça o debate sobre participação no bloco.
A Venezuela está suspensa do Mercosul desde 2016, por descumprimento de normas do bloco. A reintegração depende do consenso entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, além de nova avaliação sobre o cumprimento das exigências.
O processo ocorre em meio a uma reconfiguração do Mercosul, que avança na implementação provisória do acordo com a União Europeia, entrando em vigor em 1º de maio para países que já ratificaram o tratado. O acordo amplia a integração regional.
Alckmin defende o fortalecimento da integração latino-americana. Atualmente, a Bolívia está em processo de adesão como membro pleno, e a Colômbia, hoje Estado associado, já indicou interesse em ingresso como membro efetivo.
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