- O gabinete entrante da Hungria, liderado pelo partido Tisza, planeja reduzir impostos para quem ganha pouco e buscar reconciliação com bancos que se distenderam durante o governo de Viktor Orbán.
- Istvan Kapitany, que ficará responsável pela economia e pela energia, afirmou que uma das primeiras medidas é reduzir o imposto de renda sobre o salário mínimo para 9%, conforme postagem nas redes sociais.
- A Hungria currently aplica uma alíquota fixa de 15% sobre a maioria dos salários.
- Orbán, ao longo de seus 16 anos no poder, promoveu diversas isenções para famílias.
- O anúncio sinaliza uma abertura para reaproximação com o setor bancário, após conflitos anteriores entre governo e bancos.
O premiê eleito da Hungria, Péter Magyar, informou que o novo gabinete pretende reduzir impostos para trabalhadores de baixa renda e reaproximar bancos com o setor financeiro, rompido nos últimos anos. A transição ocorre com a posse prevista para o próximo mês em Budapeste.
Istvan Kapitány, que ficará responsável pela economia e pela energia, afirmou que uma das primeiras medidas será reduzir o imposto de renda de pessoa física sobre o salário mínimo para 9%. A medida visa aliviar o custo de vida para quem recebe menos.
Atualmente, a Hungria utiliza uma alíquota fixa de 15% sobre a maioria dos salários, ainda que o governo de Orbán tenha criado diversas isenções para famílias. A mudança proposta busca simplificar o sistema e incentivar o consumo entre as faixas mais baixas.
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