- O papa Leão XIV, durante o voo de volta a Roma após viagem pela África, criticou o tratamento a imigrantes.
- Ele afirmou que migrantes e refugiados são tratados “pior do que pets ou animais” e que merecem tratamento humanitário.
- Disse que os países têm direito de controlar fronteiras, mas as nações mais ricas devem ajudar a melhorar as condições nos países de origem.
- Perguntou o que os países mais ricos estão fazendo para mudar a situação dos países mais pobres.
- Indicou que não pretende ampliar as medidas sobre bênçãos a casais do mesmo sexo, mantendo-se na linha de atuação do papa Francisco.
O Papa Leão XIV criticou o tratamento dado a imigrantes no mundo. A afirmação foi feita durante o retorno a Roma, após uma viagem de quatro países da África. O pontífice pediu maior humanidade na atuação de governos diante da crise migratória.
Segundo ele, migrantes e refugiados que buscam fugir da violência ou da pobreza costumam ser tratados de forma desproporcionalmente severa. O Papa ressaltou que são seres humanos que merecem dignidade e proteção.
O pontífice reconheceu o direito de cada país de controlar suas fronteiras, mas destacou a necessidade de contribuição dos países mais ricos para melhorar as condições nos locais de origem dos migrantes. Uma mudança de postura foi defendida.
Leão XIV questionou o que os países desenvolvidos fazem para alterar a situação nos países pobres e por que não buscar soluções nesses locais. Ele afirmou que não pretende seguir caminhos além das medidas já adotadas pelo Papa Francisco sobre bênçãos a casais do mesmo sexo.
Ponto-chave da mensagem
A viagem do Papa ocorreu no contexto de críticas anteriores a políticas migratórias de linha dura. O Vaticano não detalhou novas ações futuras, mantendo o foco na dignidade humana e na cooperação internacional. Fonte: Veículos de imprensa que acompanhavam a viagem.
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