- O Papa Leão XIV pediu que os Estados Unidos e o Irã retomem as negociações para encerrar a guerra entre os dois países.
- Em voo de retorno ao Vaticano, após 11 dias de viagem pela África, ele também criticou a pena de morte.
- O pontífice afirmou que os países têm o direito de controlar fronteiras, mas não devem tratar migrantes como animais.
- A viagem foi marcada por críticas a Donald Trump e por defesa de evitar excessos ao falar de teologia, buscando reduzir tensões.
- O Papa encerrou a viagem com uma missa na Guiné Equatorial, após passar por Argélia, Angola, Camarões e Guiné Equatorial.
O Papa Leão XIV pediu nesta quinta-feira que os Estados Unidos e o Irã retomem as negociações para encerrar a guerra. A afirmação foi feita a bordo do avião papal, na volta ao Vaticano, após 11 dias de viagem pela África. O pontífice também criticou a pena de morte.
Durante o voo, ele destacou que os países têm o direito de controlar as fronteiras, mas não devem tratar migrantes como animais. A fala ocorreu em meio a críticas surgidas ao longo da viagem, incluindo reacendimentos com o governo americano.
A trajetória pelo continente africano encerrou-se com uma missa na capital da Guiné Equatorial, depois de passar por Argélia, Angola e Camarões. Leão XIV disse que suas declarações foram tiradas de contexto e privilegiou a agenda de cooperação para o continente.
Contexto da viagem e posicionamentos
O Papa reforçou o chamado pela paz e por uma atuação responsável na governança de recursos naturais, apontando uma percepção de “colonização” de interesses estrangeiros na África. Também criticou a redução da moral da Igreja a temas ligados à sexualidade.
Ao deixar a África, o líder católico manteve o tom de diálogo mundial e de defesa de migrantes, ressaltando a importância de políticas que protejam pessoas em situação vulnerável. A viagem foi uma das mais marcantes da história recente do papado.
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