- O secretário da Marinha dos Estados Unidos, John Phelan, foi demitido em 22 de abril de 2026 após desentendimentos com altos líderes do Pentágono.
- Phelan defendia um grande investimento em novos navios de guerra, conhecido como a “Frota Dourada” ou a classe Trump.
- A saída ocorreu durante o bloqueio dos Estados Unidos ao estreito de Ormuz e pouco tempo após a destituição do chefe do Exército, Randy George.
- O porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, informou que Phelan deixou o governo com efeito imediato, sem detalhar os motivos.
- Ele foi indicado ao cargo no fim de 2024 pelo então presidente Donald Trump e, antes, administrava um fundo de investimento privado na Flórida.
O secretário da Marinha dos Estados Unidos, John Phelan, foi demitido na quarta-feira, 22 de abril de 2026. A decisão ocorre em meio a desentendimentos com líderes do Pentágono, segundo relatos oficiais. A medida coincide com o contexto do bloqueio dos EUA ao estreito de Ormuz, que envolve o Irã.
Segundo o Pentágono, o porta-voz Sean Parnell confirmou que Phelan deixou o governo com efeito imediato, sem detalhar os motivos. A demissão surpreendeu parte de funcionários do governo e do Congresso, que vinham acompanhando a gestão da Marinha.
Phelan ficou conhecido por defender a chamada Frota Dourada, um ambicioso programa de renovação naval que ganhou o apelido de classe Trump. A gestão, porém, enfrentou divergências internas, inclusive com o secretário de Defesa, Pete Hegseth, e com outros dirigentes do Pentágono, conforme apuração do *New York Times*.
O ex-secretário foi indicado pelo presidente Donald Trump, no final de 2024, para chefiar a Marinha. Antes de assumir, Phelan administrava um fundo de investimento privado na Flórida.
A demissão ocorreu 20 dias após Hegseth destituir o chefe do Exército, Randy George, em decisão apoiada pela Casa Branca. A substituição de Phelan acentua a sensação de reestruturação interna nas defesas dos EUA durante o atual ciclo político.
Entre na conversa da comunidade