- Os EUA criaram o Comando de Guerra Autônoma (SAWC), unidade que usa drones e plataformas não tripuladas coordenadas por inteligência artificial para vigiar e neutralizar criminosos, com foco em cartéis e grupos narcoterroristas na América Latina.
- Facções como Tren de Aragua, Mara Salvatrucha (MS-13) e cartéis mexicanos passaram a ser considerados terroristas, o que permite aplicar leis mais rígidas, congelar bens globalmente e justificar ataques militares onde atuam.
- A Operação Lança do Sul usa o maior porta-aviões do mundo, o USS Gerald R. Ford, caças e drones para bloquear rotas de tráfico no Caribe e no Pacífico, registrando cinquenta e duas ações contra embarcações suspeitas, a maior mobilização desde a Guerra Fria.
- O Escudo das Américas é uma coalizão militar e de inteligência com dezoito países da região, incluindo Argentina, Equador e El Salvador, para trocar informações e realizar operações conjuntas; Brasil, México e Colômbia ficaram fora da aliança inicial.
- A cooperação entre EUA e Brasil enfrenta impasse diplomático, com tensão entre os governos de Trump e Lula e expulsão de agentes diplomáticos; especialistas dizem que as parcerias ainda não apresentaram resultados visíveis no combate ao crime organizado no Brasil.
- Conteúdo produzido pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo.
Nos Estados Unidos, o governo anunciou um novo comando de guerra baseado em inteligência artificial, o SAWC, que utiliza drones e plataformas não tripuladas para vigiar e neutralizar criminosos. O foco está em cartéis e grupos narcoterroristas que atuam na América Latina, incluindo operações digitais, marítimas e submarinas.
A classificação de facções como terroristas amplia o arcabouço legal para congelar bens e conduzir ações militares diretas onde atuam. Entre os grupos mencionados estão Tren de Aragua, MS-13 e cartéis mexicanos, segundo o governo norte-americano.
Operação Lança do Sul
A operação Southern Spear visa bloquear rotas de tráfico no Caribe e Pacífico, com o emprego do porta-aviões USS Gerald R. Ford, caças e drones. Autoridades afirmam que já houve dezenas de ataques contra embarcações suspeitas, configurando a maior mobilização na região desde a Guerra Fria.
Escudo das Américas
A coalizão envolve 17 países da região, incluindo Argentina, Equador e El Salvador. O objetivo é compartilhar informações e realizar operações policiais conjuntas contra facções criminosas. Países com governos de esquerda, como Brasil, México e Colômbia, não integram a aliança inicial.
Cooperação EUA e Brasil
Apesar de acordos formais para vigiar portos e fronteiras, a relação enfrenta impasse diplomático entre Trump e Lula, com expulsões de agentes diplomáticos. Especialistas e policiais brasileiros dizem que as parcerias ainda não apresentaram resultados visíveis no enfrentamento ao crime organizado no Brasil.
Conteúdo produzido a partir de informações apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.
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