- Trump afirmou que, sem acordo, os EUA resolverão a questão militarmente e que navios americanos estão prontos para partir em direção ao Oriente Médio.
- Em evento sobre acessibilidade aos cuidados de saúde, ele disse que os EUA não estão sob pressão para encerrar a guerra.
- Disse que, se o Irã não escoar o petróleo, a infraestrutura entrará em colapso, e que o país tem apenas alguns dias de prazo.
- Alegou que Teerã tem liderança totalmente nova e está em conflito entre si, não sabendo com quem falar.
- Mencionou que, sem acordo, eliminará o restante dos alvos, não usará armas nucleares e que o petróleo pode subir; afirmou ainda que derrubará navios iranianos vistos.
Donald Trump afirmou que o Irã está pressionado e que navios dos EUA estão prontos para partir rumo ao Oriente Médio. As declarações foram feitas nesta quinta-feira, durante um evento sobre acessibilidade aos cuidados de saúde.
O presidente dos EUA reforçou que não há pressão para encerrar o conflito, mas advertiu que, se não houver acordo, a resposta militar poderia ocorrer. Trump disse que, se o Irã não conseguir manter o petróleo em funcionamento, sua infraestrutura entrará em colapso, e afirmou que o país possui apenas alguns dias para agir.
Segundo ele, o Irã busca um acordo, mas uma liderança recente dificulta a definição de interlocutores, o que gera incerteza sobre quem representa Teerã. O presidente também criticou o que chamou de bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos, afirmando que o Irã não tem conseguido fazer negócios.
Trump mencionou que, na hipótese de não haver acordo, os EUA eliminariam o restante dos alvos relevantes, sem recorrer a armas nucleares. Ele avaliou que um conflito prolongado pode eleger subida do petróleo a cerca de 200 dólares por barril e queda de até 20% nas bolsas, com impacto potencial nos preços da gasolina.
O chefe da Casa Branca também citou impactos indiretos da guerra, como custo maior para o consumidor americano no curto prazo. Além disso, o republicano, ao falar de IA, disse que os EUA lideram a corrida tecnológica, com empresas de semicondutores de Taiwan e da Coreia do Sul buscando atuação no país. Afirmou que tarifas contribuem para o aumento da produção de chips nos EUA e que o país pode chegar a aproximadamente metade do mercado em breve.
Entre na conversa da comunidade