- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou à Marinha atirar em qualquer embarcação que esteja colocando minas no Estreito de Ormuz.
- Trump disse que navios caça-minas da Marinha estão retirando minas da região neste momento.
- O Pentágono avalia que a retirada das minas pode levar até seis meses, conforme reportagem do The Washington Post.
- A ação ocorre em meio a negociações entre Washington e Teerã para reabrir o estreito, que tem sido bloqueado por minas.
- Membros do governo americano disseram ao The New York Times que o Irã talvez não consiga liberar Ormuz por não localizar todas as minas; a Guarda Revolucionária Iraniana informou rotas alternativas para o tráfego de navios.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou à Marinha que atire em qualquer embarcação que esteja colocando minas no Estreito de Ormuz. Navios especializados da Marinha estariam atuando para retirar minas na região neste momento. A medida tem como objetivo manter a passagem marítima aberta e segura.
Trump afirmou que todos os navios norte-americanos que atuam na área devem agir sem hesitação. Ele citou que 159 navios estariam no conjunto das operações, segundo a sua leitura do combate às minas. O anúncio foi feito pela rede Truth Social.
A divulgação coincide com reportagem do The Washington Post, que aponta avaliação do Pentágono de que a retirada das minas pode levar até seis meses. A questão das minas segue em evidência durante negociações entre Washington e Teerã sobre a retomada do trânsito no estreito.
Contexto internacional
Instituições americanas e iranianas alternam posições sobre o controle do Estreito de Ormuz. Membros do governo dos EUA indicam que o Irã pode não ter condições de liberar totalmente a passagem, citando desconhecimento sobre a localização de todas as minas. Enquanto isso, a Guarda Revolucionária do Irã anunciou rotas alternativas para evitar áreas minas.
Navios comerciais, por sua vez, permanecem cautelosos ao atravessar o estreito. Autoridades econômicas destacam que a região continua sensível para o fluxo global de petróleo e para cadeias logísticas internacionais, com impactos potenciais em fretes e seguros.
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