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Arábia Saudita recusa apoio ao Met Opera e senadora da cultura de Berlim renuncia

Arábia Saudita cancela acordo de financiamento com a Met Opera de até US$ 200 milhões; senadora de cultura de Berlim renuncia após auditoria sobre irregularidades

The Metropolitan Opera House at Lincoln Center Plaza.
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  • O governo da Arábia Saudita retirou formalmente o apoio de até 200 milhões de dólares ao Metropolitan Opera, que enfrenta aperto financeiro e cortes de custos desde antes do acordo ter sido firmado.
  • O Met informou que, mesmo com dificuldades, teve alguns de seus maiores sucessos artísticos, mas projeta um déficit de 30 milhões de dólares neste exercício fiscal.
  • A secretária de Cultura de Berlim, Sarah Wedl-Wilson, anunciou sua renúncia após auditoria estadual apontar autorizações irregulares de financiamento para 13 projetos, totalizando cerca de €2,6 milhões.
  • A prefeitura de Berlim disse que atuarará para estabelecer um marco legal sólido de financiamento para projetos contra o antisemitismo, conforme afirmou o prefeito Kai Wegner.
  • O cenário político-cultural também envolve a saída de Joe Chialo do cargo anterior, substituído por Wedl-Wilson menos de um ano antes, em meio a controvérsias sobre cortes orçamentários.

O Metropolitan Opera, de Nova York, enfrenta uma queda de financiamento após o governo da Arábia Saudita recusar um memorando de entendimento que previa até 200 milhões de dólares em oito anos. A decisão ocorreu após críticas aos efeitos da guerra na região e ao estreito de Hormuz, segundo declaração do gerente geral Peter Gelb. A instituição projeta um déficit de 30 milhões de dólares apenas neste ano fiscal, mesmo registrando avanços artísticos.

Gelb informou que o governo saudita não cumpriu os aportes acordados, antes mesmo de o conflito na região existir, e que a obra de corte de custos já começou com demissões em janeiro. A Met reforçou que continuará buscando soluções para manter suas atividades essenciais diante do cenário financeiro desafiador.

Mudança de cenário cultural em Berlim

A secretária de Cultura de Berlim, Sarah Wedl-Wilson, anunciou sua saída após menos de um ano no cargo, substituindo Joe Chialo. A decisão ocorre após auditoria estadual indicar que Wedl-Wilson autorizou irregularmente o financiamento de 13 projetos, com cerca de 2,6 milhões de euros no total, voltados à prevenção de antisemitismo. A prefeitura afirma que a pasta financiará apenas projetos com base legal sólida.

O Tribunal de Auditoria de Berlim apontou omissões graves e violação de normas orçamentárias, o que motivou a renúncia. O prefeito Kai Wegner destacou que o governo manterá o combate ao antisemitismo em Berlim e ajustará o regime de financiamento.

Panorama internacional e outros destaques

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou planos para renovar o Lincoln Memorial, incluindo a área ao redor da piscina refletora, que ele classificou como sujeita a melhorias. Ontem, a imprensa norte-americana informou que a cidade de Toronto aumentou em 21 milhões de dólares canadenses o apoio anual a museus locais, incluindo a Art Gallery of Ontario e o Royal Ontario Museum.

Ainda segundo o conjunto de informações, Roma abrigará um novo museu de fotografia no complexo Mattatoio, visando criar um distrito cultural. Thiago de Paula Souza, brasileiro, foi escolhido para curar a oitava Bienal de Atenas em 2027. O colecionador Justin Sun moveu ação contra World Liberty Financial, acusando o grupo de congelar suas participações em tokens.

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