- Embaixador de Israel na ONU, Danny Danon, disse que o cessar-fogo com o Líbano “não é 100%” porque o governo libanês não controla o Hezbollah.
- Segundo Danon, o Hezbollah tem lançado foguetes para sabotar a trégua, e Israel afirma que reage a cada ameaça.
- Israel e Hezbollah retomaram hostilidades em março, encerrando o cessar-fogo acordado em novembro de dois mil e vinte e quatro.
- A ofensiva israelense já deixou 2,9 mil mortos e 7,5 mil feridos, conforme o Ministério da Saúde libanês.
- O cessar-fogo foi prorrogado por mais três semanas para estimular negociações sobre um acordo definitivo, com foco no desarmamento do Hezbollah.
O embaixador de Israel junto à ONU, Danny Danon, afirmou que o cessar-fogo acordado com o Líbano não está 100% garantido. Segundo ele, o governo libanês não controla o Hezbollah, que atua no sul do país, o que poderia levar a violações da trégua. A declaração foi dada em entrevista à CNN.
Danon disse que o Hezbollah estaria lançando foguetes para sabotar o cessar-fogo e que Israel responderia quando necessário. Ele ainda pediu que as forças armadas libanesas consigam impor o cumprimento do acordo.
O conflito entre Israel e Hezbollah voltou a esquentar no início de março, interrompendo o cessar-fogo vigente desde novembro de 2024. As hostilidades envolvem ataques aéreos e ações terrestres com o objetivo de ampliar a zona de segurança ao sul do Líbano. Dados do Ministério da Saúde local apontam quase 2,9 mil mortos e 7,5 mil feridos.
As hostilidades cessaram temporariamente com a prorrogação do cessar-fogo, pactuada entre Israel e Líbano há poucas horas. A extensão foi de 3 semanas, após um acordo de 10 dias, e visa incentivar negociações entre as partes para um acordo definitivo, com foco no desarmamento do Hezbollah.
Durante a leitura de acontecimentos, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que buscará apoio para ajudar o Líbano a se proteger do Hezbollah. Trump afirmou que pretende facilitar a cooperação entre Líbano e Israel para conduzir as negociações.Fonte: declarações oficiais e recortes de imprensa.
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