- Navios retidos no Golfo Pérsico tentam escapar da “armadilha” de Ormuz; alguns conseguiram aproveitar uma breve abertura no sábado.
- O petroleiro Akti A, com 300 mil barris de diesel, foi um dos primeiros a escapar pelo Estreito de Ormuz.
- A fuga ocorreu nas primeiras horas do sábado, quando houve indicação de que a passagem estava “completamente aberta” pelo Irã.
- Diversos navios, com parte de suas tripulações recebendo permissão para deixar a área, conseguiram deixar o estreito durante a janela de abertura.
Ainda estava escuro quando o petroleiro Akti A, com cerca de 300 mil barris de diesel, conseguiu escapar pelo Estreito de Ormuz. O navio liderou uma fila de embarcações que buscavam saída do Golfo Pérsico durante as primeiras horas de sábado.
Segundo relatos, a passagem ficou momentaneamente aberta após uma declaração aparentemente indicar que a estreita rota estava livre. A breve sensibilização sobre a situação levou diversos navios com tripulações apreensivas a tentar aproveitar a lacuna para deixar a área conturbada.
Entre as companhias envolvidas, algumas com navios retidos conseguiram furar o bloqueio marítimo por esse espaço de tempo. A movimentação ocorreu exatamente quando o estreito passava por tensões resultantes de políticas regionais, aumentando a pressão para evitar atrasos ou danos de frota.
Ainda não há confirmação sobre o número total de embarcações que conseguiram atravessar e nem sobre o desfecho da semana de tensões no local. Autoridades e empresas marítimas acompanham a evolução do bloqueio e as retomadas de normalidade na região.
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