- A Child Evangelism Fellowship (CEF) atua no Oriente Médio, levando mensagens infantis de fé em meio à guerra, usando Clubes de Boas Novas em casas, quintais, escolas e centros comunitários, além da internet.
- Segundo o diretor da CEF na região, Sam Rejoy, cerca de 40% das duas bilhões de crianças que precisam ouvir o Evangelho estão no Oriente Médio, e a organização atua também em campos de deslocados.
- Líderes locais apontam que a situação é difícil, com bombas perto das casas, mas os evangelistas seguem oferecendo o ministério.
- Os trabalhadores enfrentam oposição, ataques e proibições de divulgar o Evangelho, mas os resultados são considerados encorajadores.
- Um exemplo é um garoto de 11 anos que, após testemunhar violência familiar, recebeu acompanhamento dos missionários e apoio para lidar com traumas.
Em meio a conflitos contínuos, a Child Evangelism Fellowship (CEF) mantém a sua missão de levar mensagens evangelísticas a crianças do Oriente Médio. A organização atua mesmo diante da guerra, buscando alcançar crianças que ainda não tiveram acesso à comunidade de fé.
Vice-diretores locais sinalizam a persistência do esforço diante da violência. Lideranças no Irã também expressaram esperança de abrir portas para que mais crianças ouçam o Evangelho. Trabalhadores missionários continuam atuando mesmo com mísseis no entorno, segundo relatos da CEF.
Dados da organização indicam que cerca de 40% das duas bilhões de crianças mundialmente consideradas abertas a ouvir a mensagem estão situadas nessa região. A CEF reforça a importância de levar esperança espiritual e apoio básico a comunidades deslocadas.
Como a missão é desenvolvida
A CEF utiliza os Clubes de Boas Novas para adaptar as atividades aos contextos locais. Os encontros ocorrem em casas, quintais, escolas e centros comunitários, buscando acessibilidade para as crianças. Além do trabalho presencial, a organização expande o alcance pela internet.
Desafios e impactos
A atuação ocorre em um cenário de resistência expressiva ao cristianismo, com relatos de oposição e restrições públicas ao compartilhamento da fé. Ainda assim, a rede de trabalhadores e voluntários segue atuando para oferecer apoio espiritual e psicológico a jovens em situação de vulnerabilidade.
Entre os relatos de impacto, destaca-se o caso de um garoto de 11 anos que viveu violência familiar e encontrou abrigo em um campo de deslocados. Ao ser abordado pelos missionários, recebeu orientação espiritual e acompanhamento para lidar com traumas, demonstrando o alcance da atuação da ONG.
Folha Gospel com informações de CBN News
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