- Paolo Zampolli, enviado especial para assuntos globais do governo de Donald Trump, chamou as mulheres do Brasil de “raça maldita” e afirmou que são programadas para causar confusão, em entrevista à RAI.
- O italiano foi casado com a brasileira Amanda Ungaro por quase 20 anos e disse que as mulheres brasileiras costumam causar confusão com todo mundo.
- Zampolli é conhecido como “magnata das modelos” e tem menções nos arquivos de Jeffrey Epstein; afirma ter apresentado Trump a Melania em 1998, durante uma festa.
- O The New York Times reportou que Zampolli teria influenciado a deportação de Amanda para o Brasil no ano passado, após detenção por suposta fraude no trabalho, segundo a publicação.
- O Departamento de Segurança Interna negou as acusações, dizendo que Ungaro estava com o visto vencido; ela também o acusa de agressão física, psicológica e sexual e de impedir a visão do filho de 15 anos.
Paolo Zampolli, enviado especial para assuntos globais do governo de Donald Trump, foi tema de repercussão após chamar brasileiras de raça maldita em entrevista à rádio italiana RAI. A fala envolve mulheres do Brasil, afirmando que estariam programadas para causar confusão. O episódio reacende debates sobre linguagem e representatividade.
Zampolli, conhecido como magnata das modelos, foi casado com Amanda Ungaro por quase 20 anos. A relação foi destacada pela imprensa internacional, com menções a próximos encontros entre ele, Amanda e Trump em diferentes momentos. A declaração sobre o Brasil foi publicada pela emissora italiana.
Recentemente, o The New York Times informou que Zampolli teria influenciado a deportação de Ungaro para o Brasil no ano passado, após a brasileira ser detida por suposta fraude no trabalho. O jornal descreve contatos com um alto funcionário do ICE para questionar a situação migratória.
O Departamento de Segurança Interna afirmou que Ungaro estava com o visto vencido. Segundo a versão oficial, a agência não confirmou a participação de Zampolli na decisão de deportação. Ungaro acusa ainda o ex-marido de agressões em diferentes formatos.
A imprensa italiana e americana mencionam o papel de Zampolli em rodas de relacionamento próximas a figuras públicas, sem confirmar se houve interferência direta em políticas de imigração. O caso envolve acusações de fraturas familiares e tensões legais.
Amanda Ungaro também revelou conflitos entre eles, incluindo alegações de abuso e impedimento de ver o filho de 15 anos. Os relatos, ainda sem confirmação judicial, coexistem com as informações oficiais sobre o procedimento migratório.
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