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Rússia não se rende aos ucranianos, mas às máquinas: regras da guerra mudam

Máquinas redefinem a guerra: pela primeira vez, posição russa é tomada sem soldados, apenas por drones e robôs, ampliando o papel da automação

Foto: Xataka
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  • Rússia não recuou apenas de soldados, mas passou a depender de robôs e drones para operações-chave, redefinindo as regras da guerra.
  • Pela primeira vez, o presidente ucraniano afirmou que uma posição russa foi tomada sem intervenção direta de humanos, apenas por meio de máquinas.
  • Nomes como TerMIT, Ratel, Ardal, Lynx e Volya aparecem como exemplos de “soldados” que executam missões inteiras sem gente no campo.
  • Zelensky disse que robôs militares ucranianos realizaram mais de vinte e duas mil missões nos últimos três meses, de acordo com um vídeo promocional.
  • O Ministério da Defesa da Ucrânia informou um aumento de três vezes nas missões, em registro não verificado de forma independente.

Os robôs já desempenham papel essencial na logística militar na Ucrânia e começam a substituir a presença de tropas em tarefas-chave. A afirmação aponta para uma mudança radical nas regras da guerra.

Segundo o presidente ucraniano, pela primeira vez na história uma posição russa foi tomada sem intervenção direta de soldados, apenas por meio de drones e robôs terrestres. O anúncio destaca um feito inédito no combate.

Entre as máquinas citadas estão TerMIT, Ratel, Ardal, Lynx e Volya, descritos como protagonistas de missões que já deixaram de ser protótipos para se tornar parte da operação no campo de batalha.

Robôs na linha de frente

O episódio foi acompanhado de um vídeo que registra o desempenho dos robôs militares ucranianos, afirmando que eles concluíram mais de 22 mil missões nos últimos três meses. O conteúdo não foi verificado de forma independente.

O Ministério da Defesa da Ucrânia também relatou um aumento de três vezes nas missões realizadas por meios não humanos, indicando uma expansão da utilização de robôs em diversas frentes de combate.

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