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Bilhete de atirador em jantar com Trump é analisado

Investigação analisa bilhete do suspeito do ataque ao jantar de correspondentes da Casa Branca, dizendo não buscar perdão e mirar o governo

Foto obtida pela CNN mostra Cole Tomas Allen com cobertor térmico após ser detido no sábado, 25 de abril de 2026, no Washington Hilton, após ataque no jantar de correspondentes da Casa Branca
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  • O suspeito Cole Tomas Allen, de 31 anos, de Torrance, Califórnia, abriu fogo no jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca; um agente do Serviço Secreto ficou ferido e foi detido.
  • Antes do ataque, Allen enviou um bilhete a familiares em que dizia planejar atacar funcionários do governo e expressava raiva política, encerrando com “Não espero perdão”.
  • Ele tinha passagens por ativismo de esquerda, comprou armas legalmente nos EUA em 2023 e 2025, trabalhava meio período como professor e desenvolvia videogames, segundo registros públicos.
  • Allen viajou de trem de Los Angeles a Washington, hospedou-se no Washington Hilton e conseguiu entrar no local do jantar, sendo contido após o tiroteio.
  • As autoridades investigam motivação, redes sociais e histórico do suspeito, com indícios de discurso anti-Trump; ele foi acusado de porte ilegal de armas em dois casos e de agressão a agente federal.

O ataque ocorreu durante o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em Washington, DC. O suspeito, Cole Tomas Allen, 31 anos, de Torrance, Califórnia, foi detido após atirar contra o local e ferir um agente do Serviço Secreto. A investigação aponta que ele carregava uma pistola semiautomática calibre 38 e uma espingarda calibre 12.

Segundo as autoridades, Allen deixou um bilhete para a família no qual afirma não esperar perdão e revela intenção de atacar funcionários do governo. A mensagem foi analisada pelos investigadores para entender motivação e trajetória até o ato violento.

A vida de Allen era marcada por atuação acadêmica, emprego parcial e envolvimento em ativismo político. Ele estudou engenharia mecânica no Caltech, trabalhou como professor e, também, desenvolvia videogames. O histórico e as redes sociais estão sendo circum-scrutinados pelos investigadores.

Trânsito do suspeito e horário do ataque

Allen embarcou em um trem de Los Angeles para Chicago e, em seguida, chegou a Washington, hospedando-se no hotel onde ocorreu o jantar. O ataque ocorreu no salão de baile, quando Trump e outros membros do governo buscavam segurança.

Ação policial e estado do caso

O agente do Serviço Secreto foi atingido, mas recebeu atendimento médico e foi liberado. O suspeito não coopera com as autoridades, segundo o procurador-geral interino Todd Blanche. A promotoria atribui a Allen dois crimes de porte ilegal de arma e um de agressão a agente federal com arma.

Histórico público e credenciais

Allen frequentou o Caltech entre 2013 e 2017, participou de grupos estudantis e foi destaque por protótipo de freio de emergência para cadeiras de rodas. Formou-se em engenharia mecânica e teve atuação como professor de reforço. Também divulgava um jogo indie na plataforma Steam.

Ativismo, aquisição de armas e registro público

A versão pública indica envolvimento no ativismo de esquerda nos últimos anos e participação no grupo The Wide Awakes. Registros da ATF apontam compras de arma de fogo em 2023 e 2025, com verificação de antecedentes pelo FBI. As armas foram adquiridas legalmente.

Repercussão e próximos passos

A Casa Branca confirmou o envio de mensagens para familiares expressando hostilidade a políticas atuais. As investigações envolvem FBI, ATF, Serviço Secreto e polícia local, com reconstituição de movimentos de Allen e entrevistas com familiares e testemunhas.

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