- Mãe e filha brasileiras, de 11 anos, morreram no Líbano durante ataque israelense no domingo (26); o pai de origem libanesa também morreu e o outro filho do casal está hospitalizado.
- A Embaixada do Brasil em Beirute acompanha a família para prestar apoio e avaliar a situação do filho que segue hospitalizado.
- O Itamaraty condena o bombardeio, classifica-o como violação ao cessar-fogo de 16 de abril e expressa condolências às famílias das vítimas.
- O conflito envolve ataques contínuos entre Israel e o Hezbollah, com Israel ocupando parte do sul do Líbano e o grupo libanês realizando ataques com drones e foguetes.
- Segundo o Ministério da Saúde libanês, o domingo foi o dia mais letal desde o início do cessar-fogo, com quatorze civis mortos em todo o país.
O ataque israelense no Líbano deixou uma criança de 11 anos e a mãe, brasileiras, mortas no domingo. O Itamaraty confirmou as duas mortes e informou que o pai, de origem libanesa, também morreu. Outro filho do casal segue hospitalizado.
A família estava em casa no distrito de Bint Jeil, no sul do Líbano, no momento do bombardeio. O governo brasileiro descreve o ocorrido como uma violação reiterada ao cessar-fogo anunciado em 16 de abril.
Em nota oficial, o Itamaraty condena os ataques durante a vigência do cessar-fogo, assim como as demolições de residências no sul do Líbano e o deslocamento de milhões de pessoas que acompanham o conflito. O país reforça a necessidade de proteção de civis.
A Embaixada do Brasil em Beirute acompanha a situação da família das vítimas e analisa o estado do filho que permanece hospitalizado.
Ataques ao Líbano
Israel continua a bombardear o leste do país, ampliando a ofensiva mesmo com o cessar-fogo. Tropas israelenses ocupam parte do sul e dizem visar infraestrutura usada pelo Hezbollah.
O Hezbollah mantém ataques com drones e foguetes contra tropas israelenses no Líbano e no norte de Israel, conforme relatos de autoridades. O saldo de civis aumenta conforme a escalada prossegue.
Segundo o Ministério da Saúde do Líbano, o dia 26 foi o mais grave em termos de mortes civis desde o início do cessar-fogo, com 14 civis mortos no país. O conflito segue sem perspectiva de encerramento imediato.
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