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Candidata presidencial de direita na Colômbia denuncia plano para assassiná-la

Paloma Valencia denuncia plano de assassinato por dissidentes das Farc; segundo ela, Buchetula recebeu R$ 2,8 bilhões para a execução, e a segurança é reforçada

Candidata presidencial na Colômbia Paloma Valencia concede entrevista coletiva | Foto: Reprodução/Instagram/@palomavalencial - 26.04.2026
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  • Paloma Valencia, candidata do Centro Democrático, denunciou um suposto plano de assassinato por dissidentes das Farc, segundo informações repassadas por dois ministros e pelo diretor da Polícia Nacional, general William Rincón Zambrano.
  • Ela afirma que um homem conhecido como “Buchetula” teria recebido cerca de R$ 2,8 bilhões para executá-la.
  • O governo reforçará a segurança da candidata, que viajará ao Cauca nesta semana após ataques em Cajibío que deixaram pelo menos 20 mortos; haverá uma reunião para detalhar a denúncia e as medidas de proteção.
  • A denúncia ocorre em meio a relatos de risco a outros candidatos, como Iván Cepeda, conforme divulgado pelo Centro Democrático.
  • O Ministério da Defesa tem oferecido recompensas milionárias por informações que ajudem a prevenir ataques a candidatos e equipes, enquanto a Ouvidoria pede medidas institucionais coordenadas para proteção.

A candidata presidencial do Centro Democrático, Paloma Valencia, denunciou um suposto plano de assassinato atribuído a dissidentes das Farc. Ela afirmou que o governo do presidente Gustavo Petro repassou informações sobre o esquema, recebidas de dois ministros e do diretor da Polícia Nacional, general William Rincón Zambrano. A denúncia aponta a participação de um homem conhecido como Buchetula, que teria recebido o montante para executar o atentado.

A acusação envolve, segundo Valencia, a contratação por parte de organizações criminosas para tirar-lhe a vida. O valor informado é de cerca de 2 bilhões de pesos colombianos, equivalente a aproximadamente 2,8 bilhões de reais. A candidatura afirmou que não busca garantias adicionais, apenas liderança na luta pela segurança. A imprensa local foi acionada para tornar o caso público.

Medidas de proteção e próximos passos

O Governo Nacional, por meio do Ministério do Interior e da Unidade Nacional de Proteção, informou que reforçará a segurança de Valencia. Ela viajará a Cauca nesta semana, após ataques recentes em Cajibío que deixaram pelo menos 20 mortos. Uma reunião será realizada nas próximas horas para detalhar a denúncia e as medidas de proteção.

Contexto e histórico de ameaças

Não é a primeira vez que Valencia aponta risco durante a campanha. O Centro Democrático relatou recentemente um suposto plano de assassinato contra Iván Cepeda, candidato do Pacto Histórico, envolvendo evento público em La Dorada, Caldas. O clima de ameaças persiste durante o pleito.

Reações oficiais e informações adicionais

O Ministério da Defesa informou que está oferecendo recompensas significativas por informações que ajudem a prevenir ataques contra os 13 candidatos e suas equipes. A Ouvidoria pediu medidas institucionais coordenadas para proteger requerentes. A Defensora Pública Iris Marín reiterou solidariedade às pessoas ameaçadas, destacando a seriedade das denúncias.

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