- O bombardeio a uma escola iraniana, no primeiro dia da guerra entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã, deixou cento e cinquenta e cinco mortos, entre eles cento e vinte crianças.
- Entre as vítimas estão setenta e três meninos, quarenta e sete meninas, vinte e seis professores, sete pais, o motorista de um veículo escolar e um farmacêutico da clínica próxima.
- A televisão estatal IRIB divulgou o novo total nesta terça-feira, vinte e oito.
- O Irã responsabiliza o exército americano; o presidente Donald Trump disse que acataria o resultado da investigação do Pentágono, que, segundo o The New York Times, aponta que o projétil pode ter sido lançado pelo exército dos Estados Unidos por erro.
- O edifício ficava próximo a dois locais controlados pela Guarda Revolucionária do Irã.
Foi divulgado pela televisão estatal iraniana IRIB que o bombardeio a uma escola no Irã deixou 155 mortos, entre 120 crianças e 26 professores. O ataque ocorreu no primeiro dia da ofensiva de Estados Unidos e Israel contra o país.
Entre as vítimas, há ainda 73 meninos, 47 meninas, 26 professores, sete pais, o motorista de um veículo escolar e um farmacêutico da clínica próxima. A imprensa iraniana detalha o arranjo do edifício próximo a locais controlados pela Guarda Revolucionária.
A apuração do The New York Times aponta que o projétil foi disparado pelo Exército dos EUA e atingiu a escola por erro. O Irã responsabiliza a ofensiva à atuação militar dos EUA, enquanto o presidente Donald Trump afirmou que acatará o resultado da investigação do Pentágono.
Contexto e desdobramentos
Segundo fontes, o ataque ocorreu na cidade de Minab, no sul do país. A criança Mikaeil Mirdoraghi, fotografado pela mãe antes de ir à escola, está entre os mortos. A reportagem cita que o edifício ficava próximo a áreas sob controle de forças iranianas.
O Irã sustenta que o alcance foi coordenado por forças estrangeiras, e a investigação segue em curso. A notícia reforça a tensão regional já durante o início do conflito.
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