- O presidente dos EUA, Donald Trump, reuniu-se com integrantes do alto escalão do governo para discutir a proposta do Irã de cessar-fogo definitivo.
- O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, chegou à Rússia para reunião com o presidente Vladimir Putin, com avaliação de avanços nas negociações, mas crítica a exigências americanas.
- A proposta iraniana, enviada ao EUA via Paquistão, prevê etapas: garantir que ataques não ocorram e, em seguida, discutir a reabertura do Estreito de Ormuz.
- A diplomacia iraniana afirma que as negociações avançaram, mas as exigências dos Estados Unidos teriam impedido um acordo.
- A Casa Branca disse que Trump discutiu o plano com a equipe de segurança nacional, sem prazo definido para resposta, informando apenas que haverá retorno futuro.
Trump se reuniu na manhã desta segunda-feira com integrantes do alto escalão do governo para tratar da proposta do Irã de um cessar-fogo definitivo. A discussão ocorreu em Washington, com avaliação inicial sobre próximos passos. O objetivo é avaliar a viabilidade de avançar em um acordo nuclear e de segurança regional.
O Irã enviou a proposta aos EUA por meio do Paquistão. O texto prevê etapas, começando por garantias de que novos ataques não ocorrerão, para então abrir caminho à reabertura do Estreito de Ormuz. As obras diplomáticas seguem sob supervisão de potências regionais.
Enquanto isso, a diplomacia iraniana critica Washington por impasses. Abbas Aragchi, ministro das Relações Exteriores, estava em viagem à Rússia para encontro com Vladimir Putin, com a promessa de apoio de Moscou. Aragchi disse que as negociações avançaram, mas que exigências americanas frearam o acordo.
Avanços e posições dos dois lados
A Casa Branca informou que o presidente Trump manteve a conversa com a equipe de segurança nacional, sem fixar prazo para resposta. A porta-voz Karoline Leavitt destacou que as exigências dos EUA são claras, e que o presidente comunicará a gestão sobre o desfecho em breve.
Rayos de negociação acompanham a posição externa dos EUA, que defendem a suspensão do enriquecimento de urânio por pelo menos 10 anos e a entrega do material já produzido. O tema permanece central nas tratativas com o Irã e seus aliados.
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