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Trump se irrita com pergunta sobre manifesto do atirador

Trump reage com irritação a pergunta sobre o manifesto do atirador que atacou o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, acusando o presidente de crimes e afirmando inocência

O presidente dos EUA, Donald Trump, gesticula enquanto fala durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca, pouco depois de um incidente com tiros no Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, em 25 de abril de 2026.
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  • Em 25 de abril de 2026, um homem invadiu o Washington Hilton durante o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca; o atirador abriu fogo, mas não chegou ao salão onde Trump estava.
  • O suspeito, Cole Tomas Allen, 31 anos, foi preso no hotel; ele estava armado com facas, uma espingarda e uma pistola e, segundo autoridades, atuou com motivação política.
  • O manifesto de cerca de 1.100 palavras atribuído ao atirador acusa o presidente Donald Trump de pedófilo, estuprador e traidor.
  • Na entrevista ao programa 60 Minutes, veiculada na noite de domingo, Trump ficou irritado ao ser perguntado sobre o conteúdo do manifesto, dizendo que havia lido e que “sabia que você leria isso”.
  • O episódio é visto pelas autoridades como a terceira tentativa de assassinato contra Trump, após ataques na Pensilvânia, em 2024, e de um homem com rifle no campo de golfe do líder republicano, na Flórida, no mesmo ano.

O presidente dos EUA, Donald Trump, ficou irritado durante entrevista na CBS News após ser questionado sobre o manifesto do atirador que abriu fogo durante o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, em Washington, na noite de 25 de abril de 2026. A blitz de perguntas ocorreu durante programa gravado para o *60 Minutes* no domingo.

O suspeito, Cole Tomas Allen, 31 anos, natural da Califórnia, foi preso no Washington Hilton. Segundo a procuradoria, ele estava armado com facas, uma espingarda e uma pistola e pretendia atingir pessoas de alto escalão, inclusive Trump. O ataque ocorreu no hotel, ainda que o atirador não tenha chegado ao salão principal onde o mandatário discursava.

Investigadores consideram o ato como motivado politicamente. O material atribuído ao agressor tem cerca de 1100 palavras e acusa o presidente de crimes. A defesa ainda não apresentou explicações definitivas, e o caso segue sob avaliação das autoridades.

Durante a entrevista, Trump negou qualquer envolvimento com as acusações ligadas ao suposto manifesto. Ele afirmou ter sido inocentado de alegações anteriores e classificou as acusações como propaganda. A conversa na TV também abordou a segurança da Casa Branca e o histórico de incidentes envolvendo o mandatário.

Da noite do incidente até agora, o caso é avaliado como a terceira tentativa de assassinato contra Trump, segundo autoridades. Em 2024 houve ataque durante comício na Pensilvânia e uma possível ameaça na Flórida, envolvendo uma pessoa em posição de vigília com armas.

Desenvolvimento do caso

As autoridades não divulgaram detalhes adicionais sobre a motivação do atirador nem sobre possíveis ligações com grupos ou movimentos. O Washington Hilton permanece sob monitoramento das forças de segurança e de investigações federais. A investigação continua para esclarecer-se o que levaria Allen a agir.

Tomando as informações disponíveis, a Procuradoria informou que o acusado foi imobilizado pela segurança do hotel e entregue às autoridades. O caso segue com réus e testemunhas ainda a serem ouvidas, sem conclusão publicada.

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