- O presidente dos EUA, Donald Trump, reuniu a equipe de segurança nacional para discutir a proposta do Irã de encerrar a guerra em curso, com possibilidade de atuação “muito em breve”.
- O Irã sinalizou aceitar um acordo provisório para reabrir o Estreito de Ormuz em troca do fim das sanções aos portos iranianos, defendendo manter parte do controle sobre a navegação.
- Washington não deve aceitar acordos sem compromissos que limitem a atividade nuclear iraniana; as linhas vermelhas foram descritas pela Casa Branca como muito claras.
- O cessar-fogo entre as partes permanece instável, o estreito segue quase paralisado e o petróleo Brent subiu mais de 3%, acima de US$ 111 o barril.
- O governo americano expressou dúvidas sobre a autoridade de quem apresentou a proposta; vê-se divisões entre líderes iranianos sobre a negociação.
O presidente dos EUA, Donald Trump, reuniu hoje sua equipe de segurança nacional para avaliar a proposta do Irã de encerrar a guerra ainda em curso. A ideia é reabrir o Estreito de Ormuz em troca do fim de restrições aos portos iranianos e de alívio sanicionário.
A Casa Branca informou que Trump tratará do tema “muito em breve” e que as linhas vermelhas do Irã incluem impedir o país de desenvolver armas nucleares. Teerã propõe um acordo provisório para abrir o estreito, com controle sobre navegação ainda a ser definido.
Fontes citam divergências internas na gestão iraniana sobre o formato do acordo. O secretário de Estado norte‑americano afirmou que a proposta é melhor do que se esperava, mas há dúvidas sobre a autoridade de quem a apresentou.
Mercados e desdobramentos diplomáticos
O petróleo Brent subiu mais de 3% e passou de US$ 111 por barril, com reação técnica ao impasse diplomático e ao risco de interrupção adicional de suprimentos. Países asiáticos e africanos enfrentam racionamento de combustíveis.
Lideranças externas criticaram o impasse. O chanceler alemão mencionou humilhação estadunidense, enquanto o Irã, em visita à Rússia, reforçou laços com Moscou. O cessar‑fogo entre Israel e Hezbollah permanece frágil, com novas denúncias de ataques.
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