- O Rei Charles III citou o tiroteio no jantar dos Correspondentes da Casa Branca, ocorrido na noite de sábado, 25.
- Ele afirmou que o ataque buscou prejudicar a liderança dos EUA e fomentar medo e discórdia.
- Disse que atos de violência jamais terão sucesso e que, independentemente de diferenças, a democracia deve ser defendida.
- O incidente ocorreu dois dias antes da chegada do rei e da rainha aos Estados Unidos, ameaçando a visita oficial de quatro dias.
- Cole Tomas Allen, suspeito do tiroteio, compareceu ao tribunal na segunda-feira, 27, e foi acusado de tentar assassinar o presidente.
O Rei Charles III condenou o tiroteio ocorrido durante o jantar dos Correspondentes da Casa Branca na noite de sábado, 25, em Washington, durante uma visita oficial aos Estados Unidos. O ataque visava semear medo e discórdia, segundo o monarca no discurso proferido no Congresso americano.
Charles III afirmou que atos de violência não terão sucesso e que, mesmo diante de diferenças, há um compromisso com a defesa da democracia e a proteção de todos. O objetivo do ataque seria enfraquecer lideranças e criar insegurança, segundo o relato do判断.
A visita real aos EUA ocorreu pouco antes da chegada do casal ao país, prevista para uma viagem de quatro dias. O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou posteriormente que o casal estaria em segurança durante a estadia.
Desdobramentos legais e segurança
Na segunda-feira, 27, Cole Tomas Allen compareceu ao tribunal pela primeira vez, sendo acusado de tentar assassinar o presidente durante o evento. A prisão temporária foi decretada, e o caso segue sob investigação. O governo acompanha as medidas de segurança para a agenda oficial.
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