- Emirados Árabes Unidos anunciaram a saída da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) em 1º de maio.
- O ministro da Energia, Suhail Al Mazrouei, disse à CNN que a decisão ocorreu neste momento porque o Estreito de Ormuz está fechado, o que tende a limitar o impacto no mercado.
- Segundo ele, o momento é oportuno para não afetar significativamente o mercado ou o preço, devido às restrições no acesso ao petróleo.
- A medida foi apresentada como soberana e nacional, sem ter sido discutida com a Arábia Saudita, segundo o ministro.
- O objetivo é manter agilidade, flexibilidade e rapidez na tomada de decisões para equilibrar as políticas ao lado dos aliados.
O Ministério da Energia dos Emirados Árabes Unidos informou que o país decidiu se retirar da Opep, em 1º de maio. A decisão veio após avaliação de condições de mercado e da conjuntura internacional de produção de petróleo.
O ministro Suhail Al Mazrouei informou, à jornalista Becky Anderson, da CNN, que o Estreito de Ormuz está fechado e com restrições, o que, segundo ele, ameniza o impacto da saída no preço e no abastecimento global. A decisão é apresentada como uma tentativa de evitar pressões de preço para aliados.
Al Mazrouei explicou que a medida foi tomada de forma soberana e nacional, sem depender de consulta prévia com a Arábia Saudita. O objetivo é manter agilidade, flexibilidade e rapidez na definição de políticas energéticas do país, mantendo o equilíbrio entre interesses nacionais e novos cenários de mercado.
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